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POESIA
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Anéis de Saturno (Os)
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Aurélio
Mesquita
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Ilustrações
do autor
N.º
pág.: 64
ISBN: 978-989-8255-14-3
PVP: 9.45 € |
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Os
astros são palavras outras que dão título a um livro que encerra em si
duas décadas de produção dispersa e despreocupada. Quem conhece o
autor, sabe que o pincel sempre foi complemento mais fiel da sua mão do
que a pena. Não obstante, a poesia transfere-se para a tela se por
poesia entendermos produção estética e efusão de sentimentos. Nesta
perspetiva,
entende-se o efeito de crisálida da poética de Aurélio Mesquita e do
seu intento de tonificar, com igual valor, todas as fases da vida:
desde o estado larvar ao, dito, apogeu do belo.
Do inatingível e distante Saturno e dos seus anéis ao des_amor próximo,
mas igualmente distante, o poeta privilegia, quase sempre, o pormenor,
as pequenas coisas que quase passam despercebidas, mas não aos olhos
atentos e acutilantes do autor _e a filosofia, essa, não a ponho de
parte, corrompo-me com ela.
Serão memórias? Reflexões? Talvez... Saturno não responde e, por vezes,
até o poeta se interroga se só ele lê a sua palavra. Mas são,
certamente, palavras profusas de significado, de alcance. Que,
felizmente, o autor ousa agora partilhar com todos nós.
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|  | | Até ao fim do mundo | | Paulo César Gonçalves | | | N.º
pág.: 56 ISBN: 978-989-8255-28-0
PVP: 9.45 € | | Encomendar |
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O
que dizer de um jovem autor que, aos 27 anos, consegue apresentar uma
criação poética original, cuidada e marcadamente portuguesa? O que
pensar de alguém que refuta o abstracionismo para, orgulhosamente,
escolher como tema central da sua primeira obra a portugalidade,
glorificando as mais profundas raízes do ser português como forma
de explicar o povo que somos hoje?... Paulo
César Gonçalves é um caso notável na poesia, em Portugal.
Inspirando-se, claramente, em Pessoa e na Mensagem,
Até ao fim do Mundo
assume-se como uma ode ao sentimento e ao orgulho de ser português.
Num registo original, em que as palavras nunca são desperdiçadas.
Bem pelo contrário: cada vocábulo, cada expressão, cada verso é
meticulosamente escolhido e podado, resultando desse rigoroso
processo de escrita um belo texto, estética e semanticamente (quase)
perfeito. Porque a perfeição não existe… |
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Dei-me à terra
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Jorge
Jardim
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N.º
pág.: 64
ISBN: 978-989-8255-06-8
PVP: 9.45 € |
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Aos 30 anos, Jorge
Jardim
surpreende
pela tranquilidade e pela segurança do seu registo. Em Dei-me à
terra, é o sentimento telúrico que se sente, o chamamento às
origens de um passado recente rural, onde o autor se afirma,
claramente, como um dos melhores jovens poetas do momento. A não
perder. |
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Depois do poema
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Jorge
du Val
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N.º
pág.: 72
ISBN: 978-989-8255-20-4
PVP: 10.50 € |
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Neste livro, entrelaçam-se
mãos de criança com as de uma mãe Supernova. Neste livro choram-se
saudades e quases, acendem-se fósforos e lapidam-se cubos de gelo.
Neste livro entornam-se baldes de silêncio, passam-se décadas em
apneia. Este livro são 20 unhas a escavar o cimento. É a voz de
quem, de tão só, só
está. É também um oceano de sonho a fermentar, uma batalha
a travar. É escárnio, é caos de Joker,
sanidade de um louco. São avalanches e a planta indefesa apanhada no
meio. São pontas de um icebergue prestes a derreter. São cinzas de
cigarro feitas gente. É emoção branca, virgem e um abraço. É A
palavra de quatro letras começada por A.
Pedro José
Barros
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Diástole das palavras (a)
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José Manuel Moreira
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N.º
pág.: 56
ISBN: 978-989-8255-25-9
PVP: 9.45 € |
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“Palavras
de sol / e
vento
/ é
o que os olhos encontram / quando
querem entrar / pelos
magros poros do poema" (...)
Neste
seu livro, A diástole das palavras, José Manuel Moreira
refugia-se num silêncio entardecido, povoado do branco das palavras,
onde os olhos eternamente adolescentes dos poetas bebem, até ao
âmago, as sombras dos barcos sem idade.
Povoado
duma linguagem obstinada, orvalhada de mãos e ventos que se fundem
“a caminho da transparência”, o autor parece encontrar no
silêncio - tantas vezes assumidamente evocado no seu livro - a musa
inspiradora do “círculo branco de incêndios”, onde o poeta se
extasia e parece beber o que resta da última luz. A última luz,
azul, frágil, núbil, difusa, inconstante, perene, incerta - onde os
dias se cruzam com o sempre igual fulgor da sublime rebentação das
palavras do mar.
Um
livro para ler, em silêncio.
Henrique Monteiro
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Gritos Afónicos
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Romeu
Braga
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N.º
pág.: 60
ISBN: 978-989-8255-07-5
PVP: 9.45 € |
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O amor e
a morte. As sombras e a
claridade. Os opostos que, de tão afastados, parecem tocar-se,
disputando um armagedom constante pela supremacia no coração e na
mente. É, como o próprio título indica, uma leitura de contrastes,
de emoções vivas, por vezes, e de uma melancolia atroz, por outras.
O negro é a cor escolhida pelo autor para ilustrar o seu texto. E
pinta-o com uma bela manta de negrume, sob os céus de Paris. Em
sintonia perfeita com a beleza da imagem, retirada também da
objectiva de Romeu Braga. |
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Na orla da esperança
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Albino Orlando Soares
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N.º
pág.: 80
ISBN: 978-989-8255-03-7
PVP: 9.45 € |
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Para Albino Soares, a poesia é,
essencialmente, mensagem. Uma linguagem
que pode amenizar a dor, mas também lavrar os campos da esperança.
Em verso livre, quase sempre, desprende o mundo dos seus quistos e
(re)inventa-o. Pelas brumas do sarcasmo, com que polvilha, aqui e
ali, as palavras que usa, vislumbra-se confiança e expectativa. Haja
fé para o conseguir e passar para além da orla. Este é um livro de
segundas leituras, um desafio que nos impele à alegoria, à nossa
capacidade imagética de recriar uma beleza, quase pura, que jorra
abundantemente deste Na orla da esperança.
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Por Terras de Bem Viver
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Modesto Nogueira
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N.º
pág.: 96
ISBN: 978-989-8255-19-8
PVP: 10.50 € |
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O
presente livro, em forma
de poesia, é uma homenagem às Terras
de Bem Viver, à sua paisagem
natural, à sua beleza, às suas gentes. O concelho de Bem Viver foi
formado em 1514 e anexado ao Marco de Canaveses em 1852.
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| Reflexos |
Teresa Hespanha
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N.º
pág.: 52
ISBN: 978-989-8255-09-9
PVP: 9.45 € |
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Os
versos de Teresa Hespanha refletem
o peso da memória, o desejo
ancestral de parar os relógios, os tempo, o desejo do regresso aos
lugares dos horizontes perdidos, vagamente sonhados, encontrados,
inventados, secretos, libertos, místicos, míticos – os lugares do
poema, o lugar da palavra, o Reflexo
da alma onde só as pedras geram sol – para quem o merecer.
Reflexos.
De luz? Da noite? Da liberdade? Da memória? Não sei. Talvez da
saudade do futuro.
Henrique
Monteiro
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Traição de Psiquê (a)
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Vários autores
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N.º
pág.: 88 ISBN: 978-989-8255-26-X
PVP: 10.50 € |
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Participam na Coletânea:
Glória
Costa, Mónica Correia, Bruno Resende, João Filipe Pimentel, Florbela de
Castro, Joe Outeiro, José António Pinto, Vieira Calado, Modesto
Nogueira, Namibiano Ferreira, Paulo Alexandre e Castro, Silvério
Calçada, Alice Santos, Conceição Bernardino, Daniel Orge, Fernando de
Sousa Pereira, Francisco Gonçalves, Luís Manuel Ferreira, Maria
Escritos, Paulo César Gonçalves, Isabel Reis, Nazarith, Octávio da
Cunha, Ausenda Hilário, Adolfo Fonseca, João Bosco da Silva, Rafael
Atalaio, Dinah Raffaellus, Silvino Figueiredo, António Sem, Sílvia
Soares, Manuel Magalhães Oliveira, Fernando Neto, João Cordeiro,
Naíade, Romeu Braga e Ana Mendonça.
Júri de apreciação: Henrique Monteiro e Paulo Melo-Lopes (Lugar da Palavra) e Alzira Braga (Argo).
Coordenação: João Carlos Brito. |
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