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AUTORES
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| Adão
Soares |

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Já abriu o Museu Adão Soares

Adão Soares nasceu em Atães,
freguesia de Jovim, em Gondomar, a 24 de julho de 1952.
O seu pai, Moisés,
transmitiu-lhe o gosto pela pesca aos cinco anos de idade. Dada a
proximidade da sua casa com o Rio Douro, esta paixão foi sendo
reforçada e perdura até aos dias de hoje.
Enquanto jovem, foi
guarda-redes do clube da terra – o Clube Recreativo Ataense – tendo
tido alguns sucessos desportivos.
O seu primeiro contacto
com a pesca ao Congro aconteceu há mais de 20 anos, nas águas frias de
S. Jacinto, em Aveiro, pela mão dos colegas.
Desde então, dedicou
especial atenção a esta espécie, tendo observado os hábitos dos Congros
e estudado a sua alimentação. Ao longo destes anos, a pescar enormes
peixes de cima das pedras, foi aperfeiçoando a técnica e apurando o seu
isco – as famosas “bonecas”. A sua persistência, o esforço e o tempo
dedicado a esta pesca, valeram-lhe o título de “Rei dos Congros”.
Paralelamente,
dedicou-se, também, à Pesca Desportiva tendo conquistado inúmeros
troféus, quer individualmente, quer integrado nas equipas do CCPA –
Clube de Caça e Pesca de Aguiar, como amador.
Foi funcionário da EDP
mais de 25 anos como montador de linhas de alta tensão. Entre os
colegas de trabalho ficou conhecido como o “canário dos fios”, devido
ao facto de andar sempre a cantar.
Em 1999, sofre um grave
acidente de viação que o impossibilita de continuar a pescar como até
então. Foi nessa altura que viu um dos seus sonhos fugir-lhe por entre
os dedos – abrir uma escola de pesca para crianças. No entanto, nem
tudo estava perdido e outro dos seus sonhos ganhava força para se
realizar: o Museu Adão Soares, Rei dos Congros.
A 6 de janeiro de 2003,
foi atribuída a designação de “Rua Rei dos Congros” à artéria onde
reside, uma forma de ser homenageado por levar o nome de Gondomar bem
longe.
Assim, com grande
esforço pessoal, entre outubro de 2005 e fevereiro de 2011 o seu sonho
ganhou forma. Hoje, o Museu Adão Soares Rei dos Congros, possibilita
conhecer melhor o pescador e o homem. A sua obra e o seu legado ficarão
perpetuados.
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| Agostinho
Gomes |

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Agostinho
Francisco Gomes nasceu na Vila
de Cucujães - Oliveira de Azeméis, a 07/01/1918.
Frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se
licenciou em Filologia Românica, em 1947, tendo aí efetuado o Curso de
Ciências Pedagógicas e o Exame de Estado. Foi Professor de Literatura
Portuguesa nas Universidades de Estrasburgo
(5 anos) e de Bordéus (2 anos).
Pertenceu ao quadro dos Liceus de Oeiras, Alexandre Herculano e E. S.
nº 2 de Vila Nova de Gaia (onde lecionou nos anos letivos de 1975/76 e
1976/77). Manteve-se no quadro desta escola até à sua aposentação, em
1988, embora lecionasse no então ISCAP (Instituto Superior de
Administração e Contabilidade do Porto).
Agostinho Gomes foi também escritor e, nesta área, deixou uma rica e
variada obra literária publicada, desde poesia a ficção, passando
ainda pelas traduções. Títulos como Música
do
Silêncio, Ladeira e Ilha Verde
merecem destaque no campo da poesia, bem como Um rio separa os homens e Terra Abandonada no âmbito da
ficção.
Faleceu a 11/07/1998, em Mafamude, Vila Nova de Gaia. |
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| Albino
Orlando
Soares
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Albino Orlando
de Moura Soares
reside
em Fânzeres-Gondomar.
Filho
de
Joaquim
e
Odete
Soares,
nasceu
em
1955,
em
Soalhães,
concelho
de
Marco
de
Canaveses.
Licenciou-se
em
Medicina
pela
Faculdade
de
Medicina
do
Porto.
Exerceu
Clínica
Geral.
Especializou-se
em
Medicina
Nuclear
nos
Hospitais
da
Universidade
de
Coimbra.
Trabalha
no
Instituto
Português
de
Oncologia
do
Porto.
Tem
alguns
poemas
publicados
nas
antologias
de
poetry.com.
Colabora
na
iniciativa poetas-somos.
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| Ana
Costa |
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Ana
Costa tem 17
anos e é de S. Cosme, Gondomar. Estuda na Escola Profissional de
Gondomar, frequentando o 3º ano do curso de Animação
Sociocultural.
Gosta
de escrever e ler. Participou no concurso “Poemas Soltos”, tendo
visto os seus textos selecionados e publicados, em duas edições.
Sonha
tornar-se jornalista. |
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Ana Filipa Batista
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Ana Filipa Batista tem atualmente 13
anos de idade e nasceu em junho de 1998, em Coimbra. A escrita
despertou apenas aos 11 anos de idade e em 2010 dá-se a conhecer ao
“público” através da criação do blogue “Poesia a Brincar” onde publica
textos em prosa e poesia.
A própria vida da jovem é uma grande inspiração para os seus escritos.
“Diário de Filipa” é o primeiro livro desta promissora escritora, que
ambiciona, um dia, ser médica. Inspirado nos dramas e aventuras da
pré-adolescência, “Diário de Filipa” é um livro simplesmente
arrebatador. Para mais informações sobre Ana Filipa Batista e/ou os
seus trabalhos escritos, visite o blogue Poesia a brincar, em
http://poesiaabrincar-ana.blogspot.com .
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| Artur
Soares
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Artur Soares nasceu a 8 de dezembro
de 1943, na freguesia de Panoias, em Braga.
Começou a trabalhar como
empregado de comércio aos 13 anos e fez o 2.º Ciclo (Liceu) como aluno
externo.
Estudou Filosofia,
Cristologia e frequentou, na Fundação Konrad Adenauer, em Bona –
Alemanha, um curso intensivo de Sociologia.
Fez
o serviço militar obrigatório entre os anos de 1965 e 1968,
terminando-o como Segundo Sargento Miliciano e com uma comissão de
serviço na guerra colonial, em Moçambique.
Aos
26 anos, foi correspondente do jornal O
Primeiro
de
Janeiro, do Porto,
em Vila Nova de Famalicão, e iniciou a sua colaboração com artigos de
opinião nos jornais Notícias de
Famalicão, Expresso do Centro,
O
Gerezão, Correio do Minho,
O Conquistador
e várias revistas, sem
prejuízo da subida na carreira de funcionário público, onde atingiu a
chefia de repartição de Finanças, na categoria de Tesoureiro Gerente de
1ª Classe.
Atualmente,
encontra-se
na
situação
de
aposentado. |
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Áurea
Justo
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Áurea Justo nasceu em
1971, em Chaves, onde estudou no antigo liceu, hoje Escola Secundária
Fernão de Magalhães, tendo concluído o 11º ano.
Exerce a sua atividade profissional,
como funcionária pública, na Escola EB 2,3 Dr. Francisco Gonçalves
Carneiro, na mesma cidade transmontana, onde também reside, depois de
ter passado algum tempo em Guimarães.
É mãe de dois filhos.
No campo literário, publicou, em 2009,
o primeiro volume desta trilogia, As Estrelas de Saturno,
Editora Cidade Berço. Anéis de Fogo é o segundo livro desta
saga de ficção científica.
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| Aurélio
Mesquita
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Aurélio
Mesquita nasceu no Porto em
outubro de 1952, mas viveu na província
até aos 11anos de idade, começando a trabalhar muito
jovem. Com diversa formação
em Pintura e Artes Gráficas, frequentou a Escola de Belas Artes
do Porto. Faz criação gráfica e ilustração de livros infantis
e escolares para editoras do
Porto e Rio Tinto. Ao longo de mais de duas décadas,
tem participado com entusiasmo na dinamização de inúmeros
eventos artísticos-culturais.
Sempre sensível à palavra escrita, em tempos escreveu temas de arte e
cultura em diversos órgãos de informação
escrita, assim como
colaborou com grupos locais de leitura de poesia. Em 2003, publicou
o livro XYWH, onde exibe uma coletânea de ilustrações
e fotografia de sua autoria.
Como exercício da paixão, dedica-se à Pintura e Fotografia,
tendo já realizado inúmeras exposições individuais e coletivas.
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| Bernardino
Pacheco |

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Bernardino
Pacheco nasceu em
Lousada, em 1976. É licenciado em Professores
do
Ensino
Básico com
pós-graduação em Ciências da
Educação - Desenvolvimento
Curricular pela Universidade do Minho. Atualmente, desempenha
funções de formador de professores no Programa Nacional de Ensino
do Português. No domínio de Literatura para Crianças, coordenou os
projetos A Menina Aventureira
e A Feiticeira
das Palavras. Alguns dos seus escritos de literatura
infanto-juvenil e poesia encontram-se publicados em várias
coletâneas. |
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| Carlota
Alcobia |
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Carlota Alcobia
nasceu no concelho de Torres Novas. Aos onze anos de idade, ingressou
no colégio da Bonança, em Gaia, dirigido pelas irmãs franciscanas
hospitaleiras. Aí, frequentou o secundário e prestou todas as
suas provas de exame no Liceu de Carolina Michaellis, no Porto.
No
colégio de Santa Maria de Torres Novas gerido pelas irmãs da ordem
de S. José de Cluny, prosseguiu estudos, tendo prestado as últimas
provas de exame do secundário no Liceu Nacional de Santarém.
Rumou
de imediato a Évora, onde frequentou a Escola do Magistério. Logo
que completou dez anos de serviço docente, matriculou-se na
Universidade de Coimbra, onde tirou o Curso de Ciências
Pedagógicas.
Casou em Tomar, onde nasceram os seus dois filhos:
uma rapariga e um rapaz, que é hoje o pai da Sara e da Sofia.
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| Celso
Prei |

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Celso Prei
nasceu em janeiro de 1984. Natural de Vinha da Rainha, concelho de
Soure, iniciou o seu percurso literário em 1998, algures em janeiro.
Começou por escrever por necessidade de expressão e desabafo. Em março
desse ano, publicou o primeiro poema no jornal da escola. Em dezembro
de 2008, publicou o primeiro livro e, em dezembro de 2009, um livro de
poesia, sendo os dois edições de autor. Frequenta, desde 2008, o curso
Superior de Arte e Design na ESEC, em Coimbra.
www.celsoprei.weebly.com
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| Conceição
Sá |
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Conceição
Sá é natural de Barcelos e reside em Lanheses, Viana do Castelo.
Licenciada em Ensino de Biologia e Geologia, pela Universidade do
Minho, leciona na Escola Básica e Secundária de Arga e Lima, onde
coordena o Projeto "Nas asas das borboletas - bioindicadores na
monitorização da qualidade ambiental", vencedor do prémio
nacional "Ciência Na Escola", 2007, promovido pela
Fundação Ilídio Pinho, em parceria com o Ministério da Educação
e o Banco Espírito Santo. Atualmente, frequenta o curso de Mestrado
em Inovação e Mudança Educacional, na Escola Superior de Viana do
Castelo.
É casada, tem dois filhos e quatro gatos. |
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| Daniel
Dias |

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Daniel Dias
nasceu no Porto a 1 de fevereiro de 1966. Depois de finalizar os
estudos secundários, trabalha dois anos como vendedor, percorrendo as
diversas zonas da cidade do Porto que o fascinam. Em 1988, frequenta o
curso de iniciação teatral do FAOJ. Em 1989, é selecionado para a
escola de formação artística da Seiva Trupe, onde frequenta, durante
seis meses, o curso de formação de atores, que culmina com a peça Prometeu
Agrilhoado, de Ésquilo, peça encenada pelo diretor da Universidade
de Arte Dramática de S. Paulo (Brasil), Cláudio Lucchesi, na qual
participa como ator e assistente de encenação. Ainda no ano de 1989, é
selecionado para o curso de formação de atores do Conservatório
Nacional, em Lisboa, e frequenta o 1.º ano. Em 1991, estreia-se como
ator profissional na companhia teatral Seiva Trupe, onde atua em várias
peças. Em 1994, faz parte do elenco do Teatro Universitário do Porto,
na peça de Michael Bulgakov, Teatr, encenada por António
Capelo. Nesse ano, sindicaliza-se como ator, no sindicato dos
trabalhadores dos espetáculos. Tem várias obras publicadas: Caleidoscópio,
2001;
Mulheres, Álcool e Psicoses, 2003; Limbo,
2005;
Aqueles dias que se eternizaram, 2007; Aquelas
Longas
Noites, 2008; O solitário e Billy Wilder e outros
contos, 2008; Amor entre um portuense e uma galega,
2009; O Filho
Espúrio de Walt Whitman,
2010; que não separe o homem o que uniu estas piadas,
2011; o homem não separou o que uniu estas piadas –
casamento litigioso, 2011; A Angústia do Cómico, 2011. |
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| Deolinda
Campanhã
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Empresária
e empreendedora são duas
palavras que podem definir Deolinda
Campanhã, uma mulher que toda a
vida lutou pelas suas convicções e pelos projetos em que acredita.
Nascida em Campo, Valongo, tem ajudado pessoas de todo o país, que a
ela recorrem, muitas vezes, em desespero. Deolinda, sempre de sorriso
nos lábios, nunca lhes nega apoio, mas... por trás de um sorriso,
por vezes, está um grande sofrimento. |
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| Eduardo Valdrez |
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Eduardo
Valdrez nasceu
em 1949, no Porto, mas passou a maior parte da sua infância e
adolescência em Ermesinde, onde residiu até há pouco mais de seis
anos atrás. Mora, atualmente, em Rio Tinto, exercendo a sua
profissão como funcionário administrativo, no Porto. Fez teatro,
experimentou a música e sobretudo, desde muito novo, tomou o gosto
pela escrita. Dedica-se à poesia desde os seus 14 anos. Tem algumas
das suas poesias e textos em prosa (contos e crónicas) dispersos
por alguns jornais e revistas. Em
2004, viu, pela primeira vez, alguns dos seus trabalhos publicados numa
coletânea de Poesia da responsabilidade da Editora Ausência.
É sócio fundador da Associação Cultural ÁGORArte (Ermesinde).
Militante social, chegou a exercer funções de autarca e, atualmente,
mantém a sua atividade como ativista político e sindical. |
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| Eugénia Martins |
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Eugénia
de
Fátima
Martins nasceu, em Outubro de 1965, na freguesia de
Vilares da Torre de Dona Chama, concelho de Mirandela. Licenciou-se,
em Vila Real, e é professora de Português e Francês na Escola EB
2,3 D. António Ferreira Gomes, em Ermesinde, Valongo. |
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| Fátima Donoso Gómez |
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Nasceu
em
Mérida,
em
1983,
mas
sempre viveu em Almendralejo (Badajoz), onde
estudou no Colégio António Machado e no Instituto Santiago Apóstol. Foi
aqui que começou a interessar-se pela escrita e, em particular, pela
poesia. Concluiu a licenciatura em Fisioterapia na Faculdade de
Medicina de Badajoz, em julho de 2005. Em janeiro de 2006, mudou-se
para Moura para exercer atividade profissional na equipa de
intervenção precoce de Moura e Barrancos e na Residência Geriátrica de
São Francisco. Desde outubro de 2006 que trabalha na equipa de
intervenção precoce, onde apoia crianças até aos seis anos de idade,
com deficiência profunda ou em risco de deficiência, assim como as suas
famílias. Em janeiro de 2010, começou, também, a dar aulas de Espanhol
na Escola Secundária de Moura. |
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Guilherme Andrade
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Vivendo
atualmente
em
Alfena,
concelho
de
Valongo,
aonde
foi
parar
há
já
mais
de
40
anos,
Guilherme
de
Andrade
(o
Garrincha)
afirma,
com
toda
a
convicção,
que
a
sua
terra
natal,
Fermil de Basto (em Celorico de Basto), está
sempre presente no seu pensamento.
Tendo nascido a 30 de março de
1932, na terra na qual é produzido o famoso e muito apreciado vinho
verde de Basto, descobriu, desde muito novo, um gosto especial para
escrever sobre os assuntos e temas mais diversos, talento que só na
terceira idade despontou plenamente. Assim, tendo encontrado, na
reflexão e na escrita, um modo privilegiado de fugir à solidão e de
esquecer um pouco a doença que o aflige, o autor resolve lançar um
novo livro, intitulado Pensar na
solidão.
Guilherme Andrade
em destaque no JN
de 2020-11-22
e
na edição online
de 2010-11-23
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| Ilda Macedo |
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Ilda Macedo
nasceu
em Matosinhos, a 20 de janeiro de 1978. Dos 4 aos 22 anos, viveu
em Espinho.
Licenciada
no
Curso
de
Professores
do
1º Ciclo do Ensino Básico, durante os
anos em que lecionou, vai contando as suas histórias aos alunos.
Em
1995,
foi
uma
das
vencedoras
do Concurso Literário, promovido pela
Câmara Municipal de Espinho, “Literalmente Jovem”.
Em
1993,
inscreveu-se
no
Curso
de
Aulas
de Pintura, lecionadas pela artista
plástica Sílvia Vale. Expõe desde 1994. Frequentou também aulas de
Canto Lírico e Formação Musical na Academia de Música de
Espinho.
Fundou
o
Projeto
Pelos
Amigos
Leais
(PAL), que dinamiza
ações de sensibilização pelos direitos das crianças e dos animais, e
tem por objetivo a construção dum lar de proteção
para
animais, onde existirão atividades educativas de interação entre
crianças e animais (http://pelosamigosleais.com).
Neste
momento,
dedica-se
a
tempo
inteiro
ao Projeto PAL, à escrita e às artes
plásticas. |
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| Isabel
Moreira |
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Isabel Maria
da Silva Teixeira Moreira
nasceu a 27 de fevereiro de 1979, no Porto. É licenciada em
Matemática, no ramo educacional, pois o ensino é a atividade que
maior dedicação lhe pede. É professora desde 2004. Foi ainda
elemento integrante da equipa técnico-pedagógica do Centro de Novas
Oportunidades da Escola Secundária de Gondomar, na área de
Sociedade, Tecnologia e Ciência. Leciona na Escola E.B. 2,3 Gomes
Teixeira.
Faz da música acesso
privilegiado para o sonho. |
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| Joana
Matos |
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Joana
Alexandra Varela Matos nasceu
em Lisboa, na freguesia de são
Sebastião da Pedreira, a 22 de julho de 1994, tendo atualmente 15
anos.
Viveu
em Lisboa, Mem Martins, até aos 12 anos, onde frequentou o colégio
Eça de Queiroz desde a pré-primária até ao 4º ano. Depois passou
para o colégio D. Afonso V, onde fez o 5º e o 6º anos.
A
partir dos 12 anos, foi viver para Tomar, onde reside atualmente, e
frequentou a escola básica Gualdim Pais, onde fez o 7º, 8º e 9º
anos. Neste momento, está na escola secundária Santa Maria do Olival,
onde frequenta o 10º ano na área de Artes Visuais, e pretende, um dia,
vir a ser professora de Educação Visual.
É
fascinada pelo desporto e pelo mundo das artes (“são as minhas
maiores paixões”), pratica natação desde que tem 1 ano de idade,
fazendo parte, neste momento, da equipa de natação de competição no
clube da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, onde também pratica
ginástica artística.
Faz
parte do agrupamento de escuteiros 44 de Tomar, onde é pioneira.
Desde
pequenina que tem muita criatividade em termos de desenho e trabalhos
manuais. Na escola primária, tinha sempre boas notas a desenho e
educação visual.
Mas
outra das paixões desta jovem adolescente é a poesia e a escrita,
os jogos de letras e palavras. |
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| Joana
Tavares |
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Joana
Tavares tem 16 anos. Nasceu em
Massarelos, Porto. Reside atualmente em S. Pedro Da Cova.
Frequenta
o 2º ano do curso profissional de Animador Sociocultural, na Escola
Profissional de Gondomar. Participou no concurso "poemas soltos"
em 2008, tendo recebido uma menção honrosa.
É clarinetista
desde os 7 anos e, neste momento, está a tocar na Banda Musical de
S. Pedro Da Cova, assim como a fazer voluntariado nos Bombeiros de S.
Pedro Da Cova. |
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| João
Carlos
Brito |
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João
Carlos
Brito
nasceu,
a 2 de novembro de
1966, no Porto, onde sempre residiu. É licenciado em Línguas,
Literaturas e Culturas Modernas, variante de Português-Francês, pela
Universidade de Aveiro e exerce a profissão de professor-bibliotecário
na Escola Secundária de Gondomar. Paralelamente, é formador, editor e
jornalista. Foi também comentador de um programa televisivo diário numa
estação de televisão por cabo. Entretanto, para ocupar os tempos
livres, foi autarca, durante oito anos.
No
campo literário, é autor de Raul Chagas, uma vida pela vida,
Lugar
da
Palavra,
2009,
do
romance
Paraíso à Chuva, 2007,
artEscrita Editora, coordenador e coautor do livro Cinco Enterros
do João, 2006, Arca das Letras e autor da novela 24 Horas,
2002, Grafigondomar.
Coordenou
diversas
coletâneas
e
projetos,
dos
quais
se
destacam
a
coleção
Heróis
à Moda de e, em especial, o best-seller Heróis
à Moda do Porto, Lugar da Palavra, 2010;
Por
último,
quando
ainda
tinha
disposição
para
tal,
participou
em
concursos
literários,
tendo
obtido
diversos
prémios
nacionais
e internacionais.
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| João
Chaves |

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João
Chaves nasceu a 23 de setembro de 1954,
em Ardãos, concelho de
Boticas, onde frequentou o Ensino Primário. Concluiu o Curso Liceal
no Liceu Nacional de Chaves e, em 1973, passou mais de seis meses em
França, onde conheceu e conviveu com pessoas de outros quadrantes
políticos e religiosos e onde se preparava para passar a viver caso
não acontecesse Abril de 74.
Ainda em Chaves, frequentou e concluiu
o Curso de
Magistério Primário, tendo posteriormente concluído a Licenciatura
em Línguas e Literaturas Modernas, na Faculdade de Letras da
Universidade do Porto.
As bases dos seus princípios de vida,
ainda hoje,
intricam na formação que recebeu durante ano e meio de estudo, logo
após a Instrução Primária, no seio dos Jesuítas, em Cernache.
Atualmente, é Professor do Quadro de
Escola do
Agrupamento de Escolas D. António Ferreira Gomes – Ermesinde. |
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| Joel
Vieira
Dias |
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Mas, afinal, quem é este
puto de 19 anos, de Castelo de Paiva, que se diz filho de Deus?
Joel Vieira Dias
nasceu a 25 de dezembro do ano zero, pois a sua
importância desde o seu nascimento foi tanta que certo sabujo pensou
para si: «tudo o que se passou antes deste nascimento, não importa;
agora sim, a vida faz sentido! Vamos mas é começar a contar os anos
como deve ser!» e assim foi.
Diz ele: as
primeiras horas do meu
nascimento foram bem difíceis. Se chorei? Sim, eu chorei, mas não
pelas razões do simples bebé humano. Isso não seria apropriado
para alguém com tanta importância no antes, agora e depois! Posso
garantir que chorei bastante, pois não é nada fácil nascer rodeado
de burros, ovelhas e camelos. Aquilo é um cheiro a dejetos que não
se pode! Ainda assim, é preferível a um hospital público
português. Ao longo da
minha existência, já
me deparei com situações que nem lembram ao diabo. Um dia, até já
fui crucificado e sepultado, mas eu fartei-me daquilo. Sinceramente,
não era vida para mim. Sou um homem mais mexido. Preciso de esticar
as pernas.
Joel
Dias
pode
ser
ouvido,
diariamente,
a
seguir
aos
noticiários,
na
Rádio
Paivense
(99.5
FM),
com
a
sua rubrica
diária
O Filho de
Deus.
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| Jorge
du
Val |
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Jorge
Manuel Nascimento do Val
Antunes nasceu
a
18
de
outubro
de
1968
e
consta
que
em
todos
os
dias
do
seu
aniversário
a
chuva
cai
por
mais
improvável
que
isso
seja.
Questionado
sobre
o
que
faz
na
vida,
responde
que
"corta
cabelos
para
sobreviver e escreve para viver".
Iniciou-se aos 13 anos na atividade que ainda hoje exerce, a de
barbeiro. Amante da verdade, acima de tudo, e possuidor de uma
inspiração de origem duvidosamente humana, começou também cedo a
escrever. Não é Doutor nem Engenheiro, tão-somente um Mestre nas
palavras, que são uma constante da sua vida. Amante de Pessoa,
partilha com o Poeta a permanente angústia de quem não é deste
mundo de coisas.
Foi
convidado a publicar numa antologia de poesia lusitana em 1999 –
Poesis - e obteve o 1º lugar no III Prémio Literário de
Poesia Brito
Broca 2003, no
Brasil. Além da poesia, a música é também uma constante.
Compositor de letras, muitas já editadas, já teve uma editora – Cromos da
Música
– e
participou em festivais infantis.
Partilha
de uma sede de viver em contradição com o seu prognóstico de vida
curta. A caneta é uma constante em todo o lado onde sinta súbitos
laivos de iluminação. E
Depois do Poema é
o seu primeiro livro. O nome foi idealizado pelo autor, antes de
existir como livro. A capa é da sua autoria. A estrutura fluida da
sua poesia foi pensada por um admirador. A biografia foi elaborada
por quem lhe ofereceu o nome com que assina. |
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| Jorge
Jardim |
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Jorge
Manuel Jardim da Silva nasce a
17 de agosto de 1979 na cidade alemã
de Wiesbaden. Com 5 anos, regressa a
Portugal. No concelho Barcelos, faz todo o percurso escolar até
ingressar na universidade. Mostra, desde cedo, um profundo interesse
pela ciência e pelo conhecimento, mas é só mais tarde, já durante
a licenciatura, que descobre a poesia. Licencia-se em Ensino de
Física na Universidade da Beira Interior em setembro de 2002.
Leciona no ensino preparatório em 2003. No entanto, a paixão pela
investigação fá-lo regressar à universidade. Faz atualmente
investigação no Depto. de Engenharia de Polímeros da Universidade
do Minho, em Guimarães, onde é aluno de doutoramento. |
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| José
Carlos
Moreira |
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José Carlos
Moreira nasceu no Porto,
em 1943 e, treze anos depois, já trabalhava na área do Comércio.
Esteve, depois, como furriel miliciano de Infantaria, em Moçambique,
tendo regressado, em 1968, ano em que é admitido na Polícia
Judiciária, onde permanece até à aposentação, em 2001, como
inspector-chefe.
Publica o primeiro romance, O
Retrato de Judite (Casa das Letras), em 2005 e Não há Crimes
Perfeitos? (Asa), em 2009. Foi colaborador da Revista de
Investigação Criminal. |
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| José
Manuel
Moreira |
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José
Manuel
Cardoso Moreira nasceu
em Valbom, em 1954. Foi aprendiz de marceneiro a partir dos 10 anos,
trabalhador químico, técnico de teatro, formador de restauro de
arte sacra, ligado ao Instituto Ricardo Espírito Santo e pequeno
empresário de carpintaria de artes plásticas. Neste momento,
desempenha as funções de assistente operacional na Escola E. B. 1
nº 2 de S. Caetano, do Agrupamento Vertical de Escolas de Rio
Tinto.
Estudando, sempre, como trabalhador-estudante, frequentou o
Curso de Estudos Portugueses na Faculdade de Letras do Porto, sem o
concluir.
Tem publicações em diversos jornais e revistas
literárias, como Jornal dos
Poetas e Trovadores, Vértice, Anuário de
Poesia,
entre
outros.
Foi
contemplado
com
alguns
prémios
em
concursos
aos
quais
concorria,
no
passado.
Nestes
merece
destaque
o
Prémio
Revelação
Ary
dos
Santos,
no
qual
obteve
o
1º
lugar.
Publicou,
em edição de autor, Neste
lugar da terra,
1980, Fragmentos do Mar,
1981 e Vértices do Silêncio,
1982. |
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| Liliana
Bastos |
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Liliana
Cristina Aguiar Bastos nasceu no dia 22 de setembro de 1993,
em Cedofeita - Porto.
Frequenta
o
10º
ano
de
escolaridade,
na
Escola
Secundária
de
Rio
Tinto
e
sonha,
um
dia,
vir
a
tornar-se
psicóloga.
Na escola, tem vindo a descobrir pessoas fantásticas,
às quais dedica a sua amizade, recebendo delas, também, apoio e
carinho. Adora, igualmente, a família, suporte indispensável de
todos os seus passos.
Faz ballet desde os seis anos de idade e
foi lá que descobriu o gosto pela dança.
Gosta de escrever
pequenas histórias desde muito pequena, dando-lhes sempre um cunho
de alguma moralidade, por incentivo da família e dos amigos.
Publicou, em dezembro de 2007, o seu primeiro livro, a novela
juvenil Confissões (artEscrita Editora). |
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| Luís
Melo
Marques |
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Luís Melo Marques
nasceu no Porto, a 8 de março de 1946.
Cumpriu
serviço militar, de 1967 a 1971, tendo sido voluntário em Moçambique
nos dois últimos anos. Aí esteve 26 meses, dos quais 24 meses no norte
da ex-província portuguesa, entre Mueda e Nangolo, com o posto de
primeiro-cabo.
Entre
1976 e 1981, retomou os estudos no regime de trabalhador-estudante,
vindo a licenciar-se em Direito, pela Faculdade de Direito da
Universidade de Coimbra.
No
campo associativo, fez parte dos corpos diretivos dos Bombeiros
Voluntários de Gondomar e da Associação de Apoio ao Deficiente de
Gondomar. É, ainda, membro do Lions Club de Vila Nova de Gaia e da
Associação Portugal/Moçambique, desde 2000.
Foi fundador do Rádio Clube de
Gondomar.
Profissionalmente, exerce a
atividade de advogado, com escritório em Gaia.
Há cerca de 15 anos que se
dedica à prosa, tendo publicado, em 2007, o seu primeiro romance, O Contrato. |
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| Luís
Miguel
Ricardo |
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Luís Miguel Ricardo
nasceu
em
Ferreira
do
Alentejo, um dia depois do São João de 1973.
É
Licenciado
em
Filosofia
da Cultura e Formação Educacional pela
Faculdade de Letras de Lisboa; Pós-Graduado em Ciências Criminais, pela
Universidade Moderna e Mestre em Educação e Formação de Adultos, pela
Universidade do Algarve.
Entre
1997
e
2000,
foi Diretor das publicações Fazedores
de
Letras e Ethos –
Revista de Letras.
Atualmente, é colaborador assíduo no Jornal
de
Ferreira.
A
sua
carreira
no
campo da escrita criativa começou em 1986 quando, em
representação da Escola José Gomes Ferreira, participou no concurso Uma Aventura Literária, promovido
pela editorial Caminho, com o conto Um
Monstro
na
Floresta
Verde, tendo recebido a primeira distinção
na área das letras.
Dez
anos
depois
(1996),
ficou em segundo lugar no Prémio
Literário Lindley Cintra,
promovido pela Faculdade de Letras de Lisboa, com o conto Enigma Final. Em 2005, repetiu a
posição no Prémio Nacional Literário
Fialho de Almeida, promovido pela Câmara Municipal de Cuba, com
o conto Fado Sambado.
Um
ano
depois
(2006),
publicou o seu primeiro romance, Ritos
do Desespero, pela editora
Campodosmedia.
Em
2009,
com
a
chancela da editora Lugar da Palavra, saiu o segundo
romance Operação Dominó. Em
2010, coordenou e participou no livro Heróis
à
Moda
do
Alentejo, o número dois da coleção Heróis à Moda de …,
da
editora
Lugar
da Palavra. |
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Lurdes
Breda
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Lurdes
Breda nasceu no concelho de Montemor-o-Velho. Frequenta o curso
de
Línguas e Literaturas Modernas – Variante Estudos Portugueses, da
Universidade Aberta. Foi premiada em vários certames literários
nacionais e internacionais. É autora de nove obras e coautora de
outras sete (cinco das quais editadas no Brasil). Participa
em atividades que visam a promoção do livro e da leitura. Colabora
em revistas e em jornais. |
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Manuel
António
Araújo
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Manuel
António Teixeira Araújo é licenciado em Românicas pela
Universidade de Coimbra e mestre em Língua e Literatura Portuguesas
pela Universidade do Minho; professor na Escola Secundária Fernão
de Magalhães, em Chaves, e colaborador no Jornal Semanário
Transmontano.
Publicou É Tão Cruel Ter Memória!,
Colibri,
A
Cidade do
Patriarca, Pé de Página, e A
Emancipação da Literatura Infantil, Campo das Letras.
Obteve
o Prémio Nacional do Conto Eça de Queirós, pela Câmara Municipal
de Lisboa- 1999, com o conto As Contrabandistas, o Prémo
Revelação na modalidade de ensaio pela APE, 2001 (obra premiada:
A Emancipação da Literatura Infantil) e o Prémio Nacional de
Poesia Agostinho Gomes (2º prémio), 2004.
No próximo número da
revista TIME OUT, uma reportagem sobre A Aldeia das Mulheres.
A voz
da crítica:
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Maria
Adelina
Lopes
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Maria
Adelina de
Jesus Lopes nasceu, em 1954,
em Santa Maria da Feira. Tem dois
filhos. Aos 48 anos, motivada por mudanças profundas em todas as
facetas da vida, gerou-se a necessidade do autoconhecimento,
iniciando um percurso de estudos em várias áreas, desde as terapias
alternativas à metafísica.
Nessa procura,
depara-se com respostas, razões e ainda mais questões. Mas todas
elas a elevam a outra dimensão de Ser e Estar, na qual antevê a
vida como missão e cujo Caminho vai, passo a passo, percorrendo.
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| Maria
Cecília
Santos |

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Doutorada
em Educação pela Universidade do Minho (IEP), na Área de
Conhecimento de Sociologia da Educação com a Dissertação
intitulada A
Escola Não Tem Nada A Ver. A Construção da Experiência Social e
Escolar dos Jovens do Ensino Secundário. Um Estudo Sociológico a
Partir de Grupos de Discussão. Mestre em
Educação pela Universidade do Minho (IEP), Especialidade de
Desenvolvimento Curricular com a Dissertação Ciclos de Vida
profissional de Professores. Racionalidades e Práticas Curriculares.
Licenciada
em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade do
Porto.
Professora
convidada da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti.
Docente da unidade curricular de Investigação em Educação: Novas
Perspetivas no Mestrado de Ciências da Educação, especialidade de
Animação de Leitura e no Mestrado de Ciências da Educação,
especialidade de Supervisão Pedagógica. Orientadora de Projetos
finais de Mestrado.
Membro
da Equipa do Centro de Investigação de Paula Frassinetti (CIPAF).
Investigadora
da Equipa de Investigação do Projeto Coletivo Sociologia, Política,
Contextos e Avaliação do Instituto de Educação e Psicologia da
Universidade do Minho (IEP/CIED).
Formadora
acreditada pelo Conselho Científico da Formação Contínua nas
áreas de Teoria Curricular, Sociologia da Educação, Didáticas das
Línguas, Supervisão Pedagógica.
Autora
de vários artigos publicados em Atas de Congressos, Jornais e
Revistas nacionais e internacionais.
Exerceu
funções docentes no ensino secundário e foi Coordenadora do
Departamento de Línguas Românicas na Escola Secundária de
Gondomar. |
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|
| Maria
Clara
Miguel |
 |
Maria
Clara Miguel
é também Isaura Afonseca, professora de Português e Francês na
Escola Secundária de Gondomar. Mora no
Porto. Sempre gostou de ler, principalmente ficção ou, como agora
se usa dizer, estórias
- longas
ou curtas. Porém, só há pouco tempo descobriu a escrita. Esta
escrita.
A Stora,
de 43 anos e mãe de dois petizes, cansou-se de só escrever
relatórios, atas e recados e decidiu, também ela, "brincar
ao faz de conta", ser outra e pôr a Vida no papel. Elegeu os
mais pequenos como protagonistas, porque, como dizia Fernando
Pessoa, "o
melhor do mundo são as crianças"!
E
os sonhos... diz,
também, ela.
E
que pena é não haver biografias feitas de sonhos!
Esta seria bem mais longa... |
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| Maria
do
Rosário
Sousa |
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Doutorada
em Ciências da Educação com a especialidade em Educação
Intercultural, mestre em Relações Interculturais com a
dissertação A Educação
Intercultural através da Música, licenciada em Expressões
Artísticas
Integradas,
diplomada
em Formação Musical pelo Conservatório de Música
do Porto, investigadora integrada no CITAR – Research
Center for Science and Tecnology
in Art , na Universidade Católica –
Centro Regional do Porto.
1º
Prémio, no Concurso
Nacional de Projetos com o
Projeto Divulgação da
Música no 1º Ciclo do Ensino
Básico, promovido pelo
Instituto de Inovação
Educacional – IIE, em 1990.
Formadora
acreditada na área de Expressões
Musical,
Dramática, Corporal e
Plástica
pelo Conselho Científico da Formação Contínua, desenvolvendo uma
intensa atividade na formação de professores. Organizou
concertos didático-pedagógicos para crianças e para professores
com orquestras nacionais e internacionais.
Participou
em
programas de
televisão,
salientando a importância da Música
no 1º Ciclo do Ensino Básico e
as questões
da Interculturalidade, e é
autora de inúmeros artigos publicados em
jornais e revistas nacionais e internacionais.
Autora
das
obras:
Metodologias do Ensino da Música para
Crianças; A
Educação
Intercultural através da Música: Contributos para a Redução do
Preconceito; Música, Educação Artística
e Interculturalidade: A Alma da Arte na Descoberta do Outro.
Maria do Rosário Sousa
na localvisãoTV - Confira aqui
Entrevista
ao JL - Jornal de Letras
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| Maria
Eugénia
Ferreira
da
Ponte |
 |
Maria
Eugenia Ferreira da Ponte
nasceu na pequena aldeia de Obras Novas,
freguesia do Carregado e concelho de Alenquer, no dia 14 de abril de
1954.
Desde
a
sua
infância
que
a
leitura
representa
para
ela
um
verdadeiro
fascínio
e
foi
esse
fascínio
que
a
conduziu
ao
gosto
pela
escrita.
Em
2007,
editou
o
romance
“Desencontros
Virtuais”.
Mas
os
contos,
em
especial
os
contos
infanto-juvenis,
foram
sempre
o
género
literário
que
mais
a
atraiu,
devido
à
grande
afinidade
que
a
liga
às
crianças.
Nunca
foi
mãe,
mas
as
crianças
sempre
ocuparam
um
cantinho
especial
no
seu
coração
e
durante
muitos
anos
foi
catequista
e
orientadora
de
jovens
no
âmbito
da
Igreja
Católica.
Informática
de
profissão,
mas
de
convivência
fácil
com
os
mais
jovens,
sempre
admirou
outras
profissões
em
que
o
contacto
com
a
juventude
é
mais
próximo.
Talvez
seja
por
isso
mesmo
que,
agora,
se
propõe
concretizar
um
projeto
antigo,
a
edição
de
uma
compilação
de
pequenos
contos
que
intitulou
“A
gaivota
que
tinha
medo
do
mar
e
outros
contos.”
Tendo
como
base
uma
curiosidade
do
comportamento
de
determinado
animal,
descreve-a
inicialmente
como
nota
didática,
depois
surge
o
conto
e,
no
final,
uma
pequena
reflexão
adaptada
à
realidade
humana.
Para
Maria
Eugenia
Ponte,
entrar
no
mundo
infantil
é
uma
experiência
fascinante
e
escrever
um
conto
é
como
vestir
a
pele
de
criança
e
deixar
a
imaginação
voar
ao
encontro
do
que
é
puro,
sincero
e
transparente. |
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|
| Mário
Ferreira |
 |
Mário
Jorge Martins Ferreira nasceu a 8 de maio de 1977, no
Porto. Em janeiro de 1996, ingressou, como voluntário, nas fileiras
da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Gondomar.
Atualmente, é profissional desse corpo de bombeiros, onde assume a
categoria de subchefe. É ainda tripulante de ambulância de socorro
(TAS) e portador do Curso de flash over. Paralelamente, é
formador externo da Escola Nacional de Bombeiros (ENB), ministrando o Curso
de
Tripulantes
de
Ambulância
de
Transporte (TAT), Curso
de Operador de Central e Curso de Salvamento em Grande Ângulo.
Foi
atleta federado da modalidade de voleibol durante 12 anos e cumpriu o
serviço militar no Regimento da Infantaria n.º 8, em Elvas, onde
obteve a especialidade de condutor.
Faz
da atividade de bombeiro a sua profissão, o seu hobby… a
sua dedicação. |
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|
|
| Modesto
da
Silva
Nogueira |
 |
Modesto Nogueira,
filho
de
José
Nogueira
e de Ana Máxima da Silva, nascido a
09/11/1942,em Sande, Marco de Canaveses. Aos 16 anos, foi estudar, de
noite, para fazer a 4ª classe. Aos 18 anos, ingressou no Seminário das
Missões da Consolata, onde concluiu o 7ª ano dos Liceus e seguiu para
Itália, cursar Filosofia. Saiu do Seminário aos 27 anos, fez o Serviço
Militar, passando 27 meses no Norte de An...gola. Quando regressou, matriculou-se na
Universidade do Porto, como Trabalhador-estudante e concluiu a
licenciatura em História na FLUP. Passou de Empregado de Escritório
para o Ensino, lecionando História no Ensino Secundário. Entretanto,
matriculou-se na Universidade Católica do Porto, onde concluiu o Curso
Superior de Teologia, seguido de Estágio Pedagógico, para se
profissionalizar na Disciplina de E.M.R.C. e efetivou-se em Moral.
Aposentou-se em dezembro de 2003.
E… dedicou-se à poesia, passando parte do seu tempo no Marco, em S.
Lourenço do Douro, onde possui habitação.
Publicou, em 2009, Por terras de bem
viver e, em 2010, Caminhando
pela vida. Em 2009, integrou a antologia poética A Traição de Psiquê (Poesia do Amor
e do erotismo), Editora Lugar da Palavra; Poetas em Desassossego: I
Concurso: A Criação do Mundo,
II Concurso: Desassossego da vida,
III
Concurso:
O Bom e o Mal do
Natal.
Participou, ainda, em O Marco de
Letras: IV Encontro de Poetas e Prosadores Marcoenses, em maio
de 2010. Mantém um Blogue: CANTINHO DA POESIA:
modestonogueira.blgspot.com . |
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| Nuno
Carvalho |
 |
Nuno
Carvalho é licenciado em Engenharia
Informática, pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto, no ramo
de Computadores e Sistemas. Atualmente, frequenta o Mestrado de
Arquiteturas, Sistemas e Redes.
Desempenha
funções de implementação e administração de sistemas desde
2001. Durante três anos, na Efacec, esteve envolvido na instalação
do sistema global de gestão de pessoal, salários e assiduidade.
De
seguida, ingressou para a RTP Porto, onde atualmente administra o
parque informático, rede de comunicações (dados e voz), bem como a
gestão de segurança informática de forma global.
Envolvido
em Grupos de Linux e Software Livre, fundando no ISEP, o GULDEI-ISEP
em 2001 – Grupo de Utilizadores Linux do Departamento de Engenharia
Informática do ISEP, mais tarde, juntou-se ao PortoLinux, um grupo
que se uniu para trocar experiências, conhecimentos e ideias. Este
grupo inicial nasce da união de três grupos académicos que,
entretanto, descontinuaram as suas atividades: Reino Linux (FEUP),
GULDEI-ISEP e FreeFEUP.
Formador
de cursos de Redes de Dados, em cursos ministrados pelo Departamento
de Informática do ISEP e orador em palestras sobre Linux.
Dois artigos publicados no JN:
01 out. 2009;
04
out. 2009 |
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|
|
| Onofre
Varela |
 |
Onofre
Varela
nasceu no Porto em 1944, estudou pintura e exerceu a atividade de
desenhador gráfico em litografia e agências de publicidade, antes
de abraçar a carreira de jornalista (na área do cartune), em 1970,
no jornal O
Primeiro de Janeiro.
Colaborou com a RTP desenhando em direto a informação meteorológica
no programa Às
Dez e
animando espaços infantis. Foi caricaturista e ilustrador principal
no Jornal
de Notícias,
onde também escreveu artigos de opinião, crónicas e entrevistas.
Premiado em Portugal e no estrangeiro nas áreas da caricatura e da
criação de logótipos, expôs os seus trabalhos satíricos em
Portugal, Espanha, França, Turquia, Macau e Brasil.
Publicou Cimbalino
Curto, Lugar
da Palavra, 2009, e O
Peter Pan não existe,
Caminho, 2007; é coautor de Cinco
Enterros do João,
Arca das Letras, 2006. |
|
|
|
Patrícia
Silveira
|

|
Patrícia
Silveira concluiu
o curso de Línguas e Literaturas Modernas - Estudos Portugueses e
Franceses (ramo educacional), pela FLUP, em 1994, o qual seguiu por
amor a estas duas línguas, tendo, desde sempre, desejado ser
professora. Ao trabalho exigente da docência, juntou, de há dez anos
para cá, o árduo papel de mãe, orgulhando-se das suas três
pequenas "crias", mas lamentando a falta de disponibilidade
para dar asas à sua criatividade. Mesmo assim, durante três anos,
dedicou-se em part-time ao fabrico de peças artesanais com recurso à
vitrofusão. Em 2004, iniciou a produção de textos destinados
ao público infanto-juvenil, publicando a sua primeira obra, em
maio de 2006, com o título O gato
que conseguiu voar.
|
|
|
|
| Paula
Moreira |
 |
Paula Maria Moreira,
que também escreve com o pseudónimo Maria Escritos, é natural de
Sto Ildefonso – Porto, mas adotou Póvoa de Varzim para sua
residência. Trabalha na área de Gestão de Condomínios e Artes
Decorativas.
Em
2009,
participa
na
Coletânea Traição
da
Psiquê,
um
projeto da Lugar da Palavra em parceria com a ARGO. Nesse mesmo
ano, Luís Gaspar edita, com cinco poemas seus, o programa 44 da
rubrica Poesia Erótica, no seu audioblogue Estúdio Raposa.
Em
2010,
publica Pedacinhos
de
mim.
Os
seus
escritos
são
desabafos
para
o papel, numa tentativa de afastar a
solidão que, aos poucos, se foi apoderando de si. O amor, a dor e
todos os sentimentos que tenta transparecer com a escrita, esses sim,
foram e são bem reais.
Para
além
do
seu
blog
pessoal, Escritos e
poesia, tem
publicado em diversos sites e portais de literatura e poesia. |
|
|
|
| Paulo Assim |

|
Paulo
Assim é o pseudónimo de Paulo Carreira. Nasceu em 1965, numa
aldeia
do concelho de Porto de Mós. Reside, atualmente, na vila da Batalha
e exerce a profissão de desenhador de moldes.
Para
começar um poema, o autor apanha frases no ar, soltas, e
aprisiona-as dentro dele. Outras vezes disseca-as e investiga palavra
por palavra.
Seja
como for – diz ainda o autor –, qualquer um dos métodos é
demasiado cruel, não só para a escrita como para o próprio poeta,
fingidor ou não.
Para
além da poesia, também se aventura pelo mundo da prosa. Já recebeu
vários prémios literários na modalidade de Conto e tem publicado A quinta-feira dos pássaros,
romance que lhe valeu os prémios
Paul Harris 2005 e Gaspar Fructuoso 2009. |
|
|
|
| Paulo
César Gonçalves |
 |
Paulo
César Gonçalves nasceu na década de 80 em Azurém, freguesia do
concelho de Guimarães. Cresceu na freguesia de Santa Marinha da
Costa, do mesmo concelho, onde completou o ensino básico nas escolas
EB1 de São Roque e EB 2,3 Professor João de Meira. Mais tarde,
estudou Humanidades na Escola Secundária Martins Sarmento, vulgo
Liceu Nacional de Guimarães. Frequentou a UTAD, em Vila Real,
licenciatura de Português/Inglês (ensino de), tendo, mais tarde,
solicitado transferência para a Universidade do Minho, Braga, para a
Licenciatura de Línguas e Literaturas Europeias. É um dos
fundadores e diretores do Centro de Estudos Edgar Allan Poe, com sede
em Urgezes, Guimarães. Cultiva o gosto pela leitura e pela escrita
desde muito jovem, tendo especial tendência para o épico e para o
clássico. José Carlos Ary dos Santos é a sua maior referência
literária.
Integrou
a
coletânea A
Traição
de
Psiquê, Lugar da Palavra, 2009, tendo
sido distinguido pelo júri com uma menção de Qualidade Superior. |
|
|
|
| Paulo
Cunha |
 |
Paulo
Cunha é Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais
na FCSH da Universidade Nova de Lisboa.
Nasceu na província angolana
de Cabinda em setembro de 1972. Foi em março de 1974 que, em São
Pedro de Alva, no concelho de Penacova, teve início o seu trajeto.
É
autor de outros trabalhos, escondidos na secretária, uns por falta
de oportunidade, alguns por falta de coragem. Tem já editado, desde
2008, uma coletânea de pequenos contos com o título Lapsos de
Tempo.
A
escrita é muito mais do que simplesmente gosto de ordenar ideias. É
um campo submetido e explorado pelo autor com o intuito de melhor
compreender a dimensão humana, encaixada na sociedade, que procura
entender e explicar. |
|
|
|
| Paulo Melo Lopes |
 |
Paulo
Melo-Lopes nasceu em Coimbra, corria agosto de 1973. Toda a sua
vida
foi passada naquela cidade até ter mudado, há pouco tempo, para
Vila Nova de Gaia. Após passagem pela Faculdade de Letras da
Universidade de Coimbra, e pela Filosofia, decidiu acabar estudos
noutra faculdade, onde cursou Psicologia. É pós-graduado em
Psicoterapia e iniciou doutoramento nesta área. Psicoterapeuta, o seu
percurso
profissional tem paragens nos serviços de Psicologia do exército,
lares de infância e juventude, hospitais psiquiátricos, escolas,
centros de formação, institutos e clínicas de psicologia, e centros
de de educação e de formação de adultos. |
|
|
|
| Pedro Guilherme Alves |
 |
Pedro Guilherme Alves nasceu no Porto, em
julho de 1993, e frequenta, atualmente, o 12º ano do curso de Línguas
Humanísticas na Escola Secundária António Nobre.
Deseja
enveredar
por
uma
carreira
no
mundo
das
artes
de
espetáculo.
Assim, objetiva uma
carreira de ator, mas entende que ainda tem muito trabalho pela frente.
É
um
jovem
de
coração
quente,
muito
agarrado
à
causa
que
defende,
e
com
um
espírito
de
conquista
enorme,
o
que
o
faz
perseguir
todos
os
seus objetivos,
desde
os
mais
simbólicos
aos mais complexos.
Publicou,
em
2009,
o
seu
primeiro
livro,
Ruas
de Natal.
É,
com
orgulho,
o
sócio
nº
6231
do
Boavista
F.C.,
o
seu
clube
do
coração.
|
|
|
|
Quito Arantes
|
 |
Quito Arantes nasceu
a 9 de Julho de 1960, em Luanda, Angola.
Autodidacta, tem como
pseudónimo o nome de Quito Arantes. Divide a sua actividade entre a
escrita, a fotografia e a música, formas de expressão que o
acompanham desde muito cedo.
Começou pela música, como song
writer, estando registado na Sociedade Portuguesa de Autores.
Quase
paralelamente, dedicou-se à fotografia com a qual tem tido uma
actividade regular, tanto em registos fotográficos, como expondo os
seus trabalhos à sociedade civil, também na forma pedagógica pelas
escolas do norte do país.
No ano 2000, começou a publicar
pequenas crónicas em revistas (Visão, Notícias Magazine, Sábado,
Pública) e jornais (Jornal de Notícias). Manteve esta actividade
com regularidade até 2010. Depois enveredou pela escrita romanceada,
publicando, nesse ano, O Chalé de Cork e A Janela Aberta.
No seu blogue Alma Aberta (quitoarantes.blogspot.com),
que mantém desde 2009, podemos ver todo o seu mundo criativo.
|
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|
| Raquel
Azevedo Freitas |
 |
Raquel Adriana
Salgado Azevedo Freitas nasceu
a
8
de
julho
de 1983, no
Porto.
É
licenciada
em
Psicologia
pelo
Instituto
Superior
da
Maia
e
obteve
o
Curso
de
Estudos
Avançados
pela
Faculdade
de
Psicologia
e
Ciências
da
Educação
da
Universidade
de
Coimbra
(FPCEUC).
Encontra-se no 2.º
ano de Doutoramento em Psicologia da Educação, também na FPCEUC,
liderando o grupo de investigação proposto, com o tema Um Novo
Olhar sobre o Desemprego: Personal Agency Beliefs e o seu
Impacto na Reinserção Profissional.
É
membro
efetivo
da
Ordem
dos
Psicólogos
e
credenciada
pela
Direção
Regional
de
Educação
do
Norte
(DREN),
nos
termos
do
Despacho
do
SEE
de
16
de
maio
de
2008.
Publicou,
em
dezembro
de
2008,
o
livro
A
Arte
de
(Re)Educar,
escrita em
coautoria com o teólogo Daniel Lima, pela artEscrita Editora.
Encontra-se
a
exercer
a
função
de
Profissional
de
RVC
no
Centro
Novas
Oportunidades
(CNO)
da
Escola
Secundária
de
Gondomar,
onde
exerceu
ainda
a
função
de
mediadora
de
dois
Cursos
de
Educação
e
Formação
de
Adultos.
Paralelamente,
é
psicóloga
numa
clínica
privada
e
é
responsável
pela
intervenção
e
acompanhamento
psicológico
de
dois
clubes
desportivos
locais.
Foi
formadora
em
regime
presencial
de
vários
cursos
da
área
comportamental
e
tutora
em
regime
B- Learning do Curso de
Formação Pedagógica Contínua de Formadores. Recentemente, obteve o
Curso de Formação de Formadores de CNO, replicando a respetiva
formação às equipas técnico-pedagógicas dos CNO do Conselho de
Gondomar, sob a responsabilidade do Centro de Formação Júlio
Resende.
A
família
e
a
escola
onde
trabalha
são
as
suas
grandes
paixões. |
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| Romeu
Braga |
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Nascido
em 1981,
na cidade da Maia, Romeu Braga
começou a escrever em 1998, altura em
que era vocalista dos Black Poetry, uma banda de metal, e estudava
imagem e comunicação na escola Soares dos Reis, no Porto.
Nos
últimos anos anda pelo estrangeiro em trabalho, mas mantém sempre
acesa a sua paixão pela escrita ...
Ao
longo destes 10 anos, esboçou os gritos do ódio e as lágrimas do
amor, num retrato poético, culminando com este seu primeiro trabalho
literário: Gritos
afónicos. |
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| Rui
Campos |

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Nasceu em Angola, em 1956. Licenciado em Gestão do
Património pela Escola Superior de Educação do Porto, Técnico Superior
de Administração Pública Autárquica, membro do Clube Unesco da Cidade
do Porto. |
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| Sara
Alcobia |
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Sara
Juliana Correia Alcobia
nasceu em Tomar, a 16 de agosto de 1995.
Até
aos seus três anos de idade, foi entregue aos cuidados da avó
paterna, enquanto os pais se ocupavam nas suas atividades
profissionais. Com essa mesma idade, deu entrada no Jardim-Escola
João de Deus, onde fez o pré-escolar e o primeiro ciclo do Básico.
Passou depois a frequentar a Escola EB 2,3 Gualdim Pais da sua cidade
berço, estando presentemente integrada numa das turmas do 8º ano
desse mesmo estabelecimento de ensino. Bem cedo, pais e avós se
começaram a sentir orgulhosos com as lisonjeiras opiniões dos seus
professores, tanto no que respeita às diversas disciplinas
curriculares como nos demais aspetos. Foram-lhe já atribuídos dois
primeiros prémios de poesia pela mesma escola. |
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| Susana
de
Miranda
Melo |
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Susana
de Miranda Melo nasceu
em França, em 1976, na região parisiense e aí realizou
toda a sua escolaridade obrigatória. Cedo manifestou apetência para
a escrita e para todas as formas de arte.
Uma vez em
Portugal,
fez o ensino secundário em Viana do Castelo.
Mudou-se para
a zona
do Porto, licenciando-se, em 2000, pela Faculdade de Letras da
Universidade do Porto no curso de Línguas e Literaturas Modernas. De
espírito ativo, criativo e humanista voluntariou-se para duas
missões em Timor-Leste, onde lecionou a Língua Portuguesa no
ensino secundário e na universidade de Dili e formou jovens e
adultos do distrito de Lospalos. Aí colaborou com diversas ONG´s no
apoio à comunidade e à implementação do respeito pelos direitos
do homem e da criança. Lutou, educando, contra a violência
doméstica e a discriminação.
Regressou a
Portugal
e complementou a sua formação, apostando nas novas tecnologias com
o curso de Técnico Superior em Informática, no Instituto Superior
de Línguas e Administração de vila Nova de Gaia.
Exerceu
docência em
TIC no âmbito das atividades extracurriculares, no concelho de
Viana do Castelo, distinguindo-se pelo seu trabalho criativo,
dinâmico e integrador das diversas aprendizagens. Foi premiada pelo
jornal Ensino magazine, num concurso nacional patrocinado pela
CRIE da Beira Interior com um dos seus projetos na Internet dedicado
às crianças e à gestão de conteúdos. Coordenou diversos
projetos educativos europeus, pelos quais obteve selos de qualidade
nacional, bem como um prémio europeu. |
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| Teresa
Hespanha |
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Teresa
Hespanha
nasceu, a 29 de Outubro de 1967, em Lisboa. Desde muito jovem que a
fascina o mundo das artes, da filosofia, das medicinas orientais,
sendo terapeuta de Shiatsu e Reiki. Autodidata, a nível poético e
musical (guitarrista), compôs uma obra musical intitulada
“Metamorfose” e atualmente toca numa banda de originais
pop-rock. Participou em vários eventos culturais de música e de
poesia, tendo obtido alguns prémios. |
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Vasco
Parati
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Vasco Parati de Sousa
Monteiro nasceu no Porto, a 13 de outubro de 1973, tendo vivido
a maior parte da sua infância e juventude em Vila Nova de Gaia, na zona
do Candal. Mais novo de dois irmãos, perdeu o pai com doze anos. Na sua
infância, destacou-se nos estudos e foi convidado a avançar um ano
escolar. Passou para um colégio no Porto, onde decidiu tirar um curso.
Recebeu o diploma do Fundetec pelo INESC-Instituto de Engenharia de
Sistemas e Computadores do Porto e seguiu para o mercado laboral,
passando pelas áreas das telecomunicações, dos seguros e do mercado
imobiliário. Na busca de complementar a escrita com a sua vida, iniciou
uma viagem espiritual e decidiu ir viver para a zona de Torres Vedras,
na Praia da Areia Branca, em finais de 2004. Na continuação dessa
viagem, em 2007, foi viver para uma das ilhas Baleares espanholas,
Maiorca, onde passou por um departamento diretivo de uma prestigiada
cadeia de hotéis, mas notou que não podia escolher entre escrever e
seguir na cadeia de hotéis. Nesse momento, decidiu mudar a sua vida com
a transição da própria vida. Em meados de 2010, rumou para a costa do
sul de Espanha, junto à fronteira com Portugal. |
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