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AUTORES
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Albino
Orlando
Soares
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Albino Orlando de Moura Soares
reside
em Fânzeres-Gondomar.
Filho
de
Joaquim
e
Odete
Soares,
nasceu em 1955, em Soalhães, concelho de
Marco de Canaveses. Licenciou-se em Medicina pela Faculdade de
Medicina do Porto. Exerceu Clínica Geral. Especializou-se em
Medicina Nuclear nos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Trabalha
no
Instituto
Português
de
Oncologia
do Porto. Tem alguns poemas
publicados nas antologias de poetry.com.
Colabora na iniciativa poetas-somos.
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| Ana
Costa |

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Ana
Costa tem 17
anos e é de S. Cosme, Gondomar. Estuda na Escola Profissional de
Gondomar, frequentando o 3º ano do curso de Animação
Sociocultural.
Gosta
de escrever e ler. Participou no concurso “Poemas Soltos”, tendo
visto os seus textos selecionados e publicados, em duas edições.
Sonha
tornar-se jornalista. |
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| Artur
Soares |

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Artur Soares nasceu a 8 de dezembro
de 1943, na freguesia de Panoias, em Braga.
Começou a trabalhar como
empregado de comércio aos 13 anos e fez o 2.º Ciclo (Liceu) como aluno
externo.
Estudou Filosofia,
Cristologia e frequentou, na Fundação Konrad Adenauer, em Bona –
Alemanha, um curso intensivo de Sociologia.
Fez
o serviço militar obrigatório entre os anos de 1965 e 1968,
terminando-o como Segundo Sargento Miliciano e com uma comissão de
serviço na guerra colonial, em Moçambique.
Aos
26 anos, foi correspondente do jornal O
Primeiro
de
Janeiro, do Porto,
em Vila Nova de Famalicão, e iniciou a sua colaboração com artigos de
opinião nos jornais Notícias de
Famalicão, Expresso do Centro,
O
Gerezão, Correio do Minho,
O Conquistador
e várias revistas, sem
prejuízo da subida na carreira de funcionário público, onde atingiu a
chefia de repartição de Finanças, na categoria de Tesoureiro Gerente de
1ª Classe.
Atualmente,
encontra-se
na
situação
de
aposentado. |
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| Aurélio
Mesquita |

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Aurélio
Mesquita nasceu no Porto em
outubro de 1952, mas viveu na província
até aos 11anos de idade, começando a trabalhar muito
jovem. Com diversa formação
em Pintura e Artes Gráficas, frequentou a Escola de Belas Artes
do Porto. Faz criação gráfica e ilustração de livros infantis
e escolares para editoras do
Porto e Rio Tinto. Ao longo de mais de duas décadas,
tem participado com entusiasmo na dinamização de inúmeros
eventos artísticos-culturais.
Sempre sensível à palavra escrita, em tempos escreveu temas de arte e
cultura em diversos órgãos de informação
escrita, assim como
colaborou com grupos locais de leitura de poesia. Em 2003, publicou
o livro XYWH, onde exibe uma coletânea de ilustrações
e fotografia de sua autoria.
Como exercício da paixão, dedica-se à Pintura e Fotografia,
tendo já realizado inúmeras exposições individuais e coletivas. |
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| Carlota
Alcobia |

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Carlota Alcobia
nasceu no concelho de Torres Novas. Aos onze anos de idade, ingressou
no colégio da Bonança, em Gaia, dirigido pelas irmãs franciscanas
hospitaleiras. Aí, frequentou o secundário e prestou todas as
suas provas de exame no Liceu de Carolina Michaellis, no Porto.
No
colégio de Santa Maria de Torres Novas gerido pelas irmãs da ordem
de S. José de Cluny, prosseguiu estudos, tendo prestado as últimas
provas de exame do secundário no Liceu Nacional de Santarém.
Rumou
de imediato a Évora, onde frequentou a Escola do Magistério. Logo
que completou dez anos de serviço docente, matriculou-se na
Universidade de Coimbra, onde tirou o Curso de Ciências
Pedagógicas.
Casou em Tomar, onde
nasceram os seus dois filhos: uma rapariga e um rapaz, que é hoje o
pai da Sara e da Sofia. |
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| Conceição Sá |
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Conceição
Sá é natural de Barcelos e reside em Lanheses, Viana do Castelo.
Licenciada em Ensino de Biologia e Geologia, pela Universidade do
Minho, leciona na Escola Básica e Secundária de Arga e Lima, onde
coordena o Projeto "Nas asas das borboletas - bioindicadores na
monitorização da qualidade ambiental", vencedor do prémio
nacional "Ciência Na Escola", 2007, promovido pela
Fundação Ilídio Pinho, em parceria com o Ministério da Educação
e o Banco Espírito Santo. Atualmente, frequenta o curso de Mestrado
em Inovação e Mudança Educacional, na Escola Superior de Viana do
Castelo.
É casada, tem dois filhos e quatro gatos. |
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Deolinda
Campanhã
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Empresária
e empreendedora são duas
palavras que podem definir Deolinda
Campanhã, uma mulher que toda a
vida lutou pelas suas convicções e pelos projetos em que acredita.
Nascida em Campo, Valongo, tem ajudado pessoas de todo o país, que a
ela recorrem, muitas vezes, em desespero. Deolinda, sempre de sorriso
nos lábios, nunca lhes nega apoio, mas... por trás de um sorriso,
por vezes, está um grande sofrimento.
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Eduardo Valdrez
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Eduardo
Valdrez nasceu
em 1949, no Porto, mas passou a maior parte da sua infância e
adolescência em Ermesinde, onde residiu até há pouco mais de seis
anos atrás. Mora, atualmente, em Rio Tinto, exercendo a sua
profissão como funcionário administrativo, no Porto. Fez teatro,
experimentou a música e sobretudo, desde muito novo, tomou o gosto
pela escrita. Dedica-se à poesia desde os seus 14 anos. Tem algumas
das suas poesias e textos em prosa (contos e crónicas) dispersos
por alguns jornais e revistas. Em
2004, viu, pela primeira vez, alguns dos seus trabalhos publicados numa
coletânea de Poesia da responsabilidade da Editora Ausência.
É sócio fundador da Associação Cultural ÁGORArte (Ermesinde).
Militante social, chegou a exercer funções de autarca e, atualmente,
mantém a sua atividade como ativista político e sindical.
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Eugénia Martins
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Eugénia
de
Fátima
Martins nasceu, em Outubro de 1965, na freguesia de
Vilares da Torre de Dona Chama, concelho de Mirandela. Licenciou-se,
em Vila Real, e é professora de Português e Francês na Escola EB
2,3 D. António Ferreira Gomes, em Ermesinde, Valongo.
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Fátima Donoso Gómez
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Nasceu
em
Mérida,
em
1983,
mas
sempre viveu em Almendralejo (Badajoz), onde
estudou no Colégio António Machado e no Instituto Santiago Apóstol. Foi
aqui que começou a interessar-se pela escrita e, em particular, pela
poesia. Concluiu a licenciatura em Fisioterapia na Faculdade de
Medicina de Badajoz, em julho de 2005. Em janeiro de 2006, mudou-se
para Moura para exercer atividade profissional na equipa de
intervenção precoce de Moura e Barrancos e na Residência Geriátrica de
São Francisco. Desde outubro de 2006 que trabalha na equipa de
intervenção precoce, onde apoia crianças até aos seis anos de idade,
com deficiência profunda ou em risco de deficiência, assim como as suas
famílias. Em janeiro de 2010, começou, também, a dar aulas de Espanhol
na Escola Secundária de Moura.
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Ilda Macedo
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Ilda Macedo nasceu
em Matosinhos, a 20 de janeiro de 1978. Dos 4 aos 22 anos, viveu
em Espinho.
Licenciada
no
Curso
de
Professores
do
1º Ciclo do Ensino Básico, durante os
anos em que lecionou, vai contando as suas histórias aos alunos.
Em
1995,
foi
uma
das
vencedoras
do Concurso Literário, promovido pela
Câmara Municipal de Espinho, “Literalmente Jovem”.
Em
1993,
inscreveu-se
no
Curso
de
Aulas
de Pintura, lecionadas pela artista
plástica Sílvia Vale. Expõe desde 1994. Frequentou também aulas de
Canto Lírico e Formação Musical na Academia de Música de
Espinho.
Fundou
o
Projeto
Pelos
Amigos
Leais
(PAL), que dinamiza
ações de sensibilização pelos direitos das crianças e dos animais, e
tem por objetivo a construção dum lar de proteção
para
animais, onde existirão atividades educativas de interação entre
crianças e animais (http://pelosamigosleais.com).
Neste
momento,
dedica-se
a
tempo
inteiro
ao Projeto PAL, à escrita e às artes
plásticas. |
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Isabel
Moreira
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Isabel
Maria da Silva Teixeira Moreira nasceu a 27 de
fevereiro de 1979, no Porto. É licenciada em Matemática, no ramo
educacional, pois o ensino é a atividade que maior dedicação lhe
pede. É professora desde 2004. Foi ainda elemento integrante da
equipa técnico-pedagógica do Centro de Novas Oportunidades da
Escola Secundária de Gondomar, na área de Sociedade, Tecnologia e
Ciência. Leciona na Escola E.B. 2,3 Gomes Teixeira.
Faz
da música acesso privilegiado para o sonho.
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| Joana
Matos |

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Joana
Alexandra Varela Matos nasceu
em Lisboa, na freguesia de são
Sebastião da Pedreira, a 22 de julho de 1994, tendo atualmente 15
anos.
Viveu
em Lisboa, Mem Martins, até aos 12 anos, onde frequentou o colégio
Eça de Queiroz desde a pré-primária até ao 4º ano. Depois passou
para o colégio D. Afonso V, onde fez o 5º e o 6º anos.
A
partir dos 12 anos, foi viver para Tomar, onde reside atualmente, e
frequentou a escola básica Gualdim Pais, onde fez o 7º, 8º e 9º
anos. Neste momento, está na escola secundária Santa Maria do Olival,
onde frequenta o 10º ano na área de Artes Visuais, e pretende, um dia,
vir a ser professora de Educação Visual.
É
fascinada pelo desporto e pelo mundo das artes (“são as minhas
maiores paixões”), pratica natação desde que tem 1 ano de idade,
fazendo parte, neste momento, da equipa de natação de competição no
clube da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, onde também pratica
ginástica artística.
Faz
parte do agrupamento de escuteiros 44 de Tomar, onde é pioneira.
Desde
pequenina que tem muita criatividade em termos de desenho e trabalhos
manuais. Na escola primária, tinha sempre boas notas a desenho e
educação visual.
Mas
outra das paixões desta jovem adolescente é a poesia e a escrita,
os jogos de letras e palavras.
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| Joana
Tavares |

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Joana
Tavares
tem 16 anos. Nasceu em Massarelos, Porto. Reside atualmente em S.
Pedro Da Cova.
Frequenta
o 2º ano do curso profissional de Animador Sociocultural, na Escola
Profissional de Gondomar. Participou no concurso "poemas soltos"
em 2008, tendo recebido uma menção honrosa.
É
clarinetista desde os 7 anos e, neste momento, está a tocar na Banda
Musical de S. Pedro Da Cova, assim como a fazer voluntariado nos
Bombeiros de S. Pedro Da Cova. |
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| João
Carlos
Brito |

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João
Carlos Brito nasceu,
a 2 de novembro de 1966, no Porto, onde sempre residiu. É licenciado
em Línguas, Literaturas e Culturas Modernas, variante de
Português-Francês, pela Universidade de Aveiro e exerce a profissão
de professor-bibliotecário na Escola Secundária de Gondomar. Paralelamente,
é formador, editor e
jornalista. Foi também comentador de um programa televisivo diário
numa estação de televisão por cabo. Entretanto, para ocupar
os tempos livres, foi autarca, durante oito anos.
No
campo
literário,
é
autor
do
romance Paraíso
à Chuva, 2007, artEscrita Editora,
coautor do livro Cinco Enterros do
João, publicado, em fevereiro de
2006, pela editora Arca das Letras e autor da novela 24
Horas, publicada em março de 2002,
pela Grafigondomar. Coordenou e participou nas coletâneas Feliz
Natal, Gondomar, dezembro de 2002, e A
Arte
pela
Escrita, outubro de 2008. Tendo coordenado a
coletânea A
Traição de Psiquê, Lugar da Palavra, 2009, e o
livro de contos Heróis
à
Moda
do
Porto, Lugar da Palavra, 2010, publicou, pela mesma
chancela, em 2009, Raul
Chagas,
uma
vida
pela
vida.
Por
último,
quando
ainda
tinha
disposição
para tal, participou em
concursos literários, tendo obtido diversos prémios nacionais e
internacionais. |
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| Joel
Vieira
Dias |

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Mas, afinal, quem é este
puto de 19 anos, de Castelo de Paiva, que se diz filho de Deus?
Joel Vieira Dias
nasceu a 25 de dezembro do ano zero, pois a sua
importância desde o seu nascimento foi tanta que certo sabujo pensou
para si: «tudo o que se passou antes deste nascimento, não importa;
agora sim, a vida faz sentido! Vamos mas é começar a contar os anos
como deve ser!» e assim foi.
Diz ele: as
primeiras horas do meu
nascimento foram bem difíceis. Se chorei? Sim, eu chorei, mas não
pelas razões do simples bebé humano. Isso não seria apropriado
para alguém com tanta importância no antes, agora e depois! Posso
garantir que chorei bastante, pois não é nada fácil nascer rodeado
de burros, ovelhas e camelos. Aquilo é um cheiro a dejetos que não
se pode! Ainda assim, é preferível a um hospital público
português. Ao longo da
minha existência, já
me deparei com situações que nem lembram ao diabo. Um dia, até já
fui crucificado e sepultado, mas eu fartei-me daquilo. Sinceramente,
não era vida para mim. Sou um homem mais mexido. Preciso de esticar
as pernas.
Joel Dias pode ser ouvido,
diariamente,
a seguir aos noticiários, na Rádio
Paivense (99.5 FM), com a
sua rubrica diária O Filho de Deus.
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| Jorge
du
Val |

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Jorge
Manuel Nascimento do Val
Antunes
nasceu a 18 de outubro de 1968 e consta que em todos os dias do seu
aniversário a chuva cai por mais improvável que isso seja.
Questionado sobre o que faz na vida, responde que "corta
cabelos para sobreviver e escreve para viver".
Iniciou-se aos 13 anos na atividade que ainda hoje exerce, a de
barbeiro. Amante da verdade, acima de tudo, e possuidor de uma
inspiração de origem duvidosamente humana, começou também cedo a
escrever. Não é Doutor nem Engenheiro, tão-somente um Mestre nas
palavras, que são uma constante da sua vida. Amante de Pessoa,
partilha com o Poeta a permanente angústia de quem não é deste
mundo de coisas.
Foi
convidado a publicar numa antologia de poesia lusitana em 1999 –
Poesis - e obteve o 1º lugar no III
Prémio Literário de Poesia Brito Broca 2003,
no Brasil. Além da poesia, a música é também uma constante.
Compositor de letras, muitas já editadas, já teve uma editora – Cromos
da Música
– e participou em festivais infantis.
Partilha
de uma sede de viver em contradição com o seu prognóstico de vida
curta. A caneta é uma constante em todo o lado onde sinta súbitos
laivos de iluminação. E
Depois do Poema
é o seu primeiro livro. O nome foi idealizado pelo autor, antes de
existir como livro. A capa é da sua autoria. A estrutura fluida da
sua poesia foi pensada por um admirador. A biografia foi elaborada
por quem lhe ofereceu o nome com que assina.
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| Jorge
Jardim |

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Jorge
Manuel Jardim da Silva nasce a
17 de agosto de 1979 na cidade alemã
de Wiesbaden. Com 5 anos, regressa a
Portugal. No concelho Barcelos, faz todo o percurso escolar até
ingressar na universidade. Mostra, desde cedo, um profundo interesse
pela ciência e pelo conhecimento, mas é só mais tarde, já durante
a licenciatura, que descobre a poesia. Licencia-se em Ensino de
Física na Universidade da Beira Interior em setembro de 2002.
Leciona no ensino preparatório em 2003. No entanto, a paixão pela
investigação fá-lo regressar à universidade. Faz atualmente
investigação no Depto. de Engenharia de Polímeros da Universidade
do Minho, em Guimarães, onde é aluno de doutoramento. |
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| José
Carlos
Moreira |

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José Carlos
Moreira nasceu no Porto,
em 1943 e, treze anos depois, já trabalhava na área do Comércio.
Esteve, depois, como furriel miliciano de Infantaria, em Moçambique,
tendo regressado, em 1968, ano em que é admitido na Polícia
Judiciária, onde permanece até à aposentação, em 2001, como
inspector-chefe.
Publica o primeiro romance, O
Retrato de Judite (Casa das Letras), em 2005 e Não há Crimes
Perfeitos? (Asa), em 2009. Foi colaborador da Revista de
Investigação Criminal. |
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| José
Manuel
Moreira |

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José Manuel
Cardoso Moreira nasceu em
Valbom, em 1954. Foi aprendiz de marceneiro a partir dos 10
anos, trabalhador químico, técnico de teatro, formador de restauro
de arte sacra, ligado ao Instituto Ricardo Espírito Santo e pequeno
empresário de carpintaria de artes plásticas. Neste momento,
desempenha as funções de assistente operacional na Escola E. B. 1
nº 2 de S. Caetano, do Agrupamento Vertical de Escolas de Rio Tinto.
Estudando, sempre, como
trabalhador-estudante, frequentou o Curso de Estudos Portugueses na
Faculdade de Letras do Porto, sem o concluir.
Tem publicações em diversos
jornais e revistas literárias, como Jornal
dos
Poetas
e
Trovadores, Vértice, Anuário de Poesia, entre
outros. Foi contemplado com alguns prémios em concursos aos quais
concorria, no passado. Nestes merece destaque o Prémio Revelação
Ary dos Santos, no qual obteve o 1º lugar.
Publicou, em edição de autor, Neste lugar da terra, 1980, Fragmentos do Mar, 1981 e Vértices do Silêncio, 1982.
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Liliana
Bastos
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Liliana
Cristina Aguiar Bastos nasceu no dia 22 de setembro de 1993,
em Cedofeita - Porto.
Frequenta
o
10º
ano
de
escolaridade,
na
Escola Secundária de Rio Tinto e sonha, um dia, vir a tornar-se
psicóloga.
Na escola, tem vindo a descobrir pessoas fantásticas,
às quais dedica a sua amizade, recebendo delas, também, apoio e
carinho. Adora, igualmente, a família, suporte indispensável de
todos os seus passos.
Faz ballet desde os seis anos de idade e
foi lá que descobriu o gosto pela dança.
Gosta de escrever
pequenas histórias desde muito pequena, dando-lhes sempre um cunho
de alguma moralidade, por incentivo da família e dos amigos.
Publicou, em dezembro de 2007, o seu primeiro livro, a novela
juvenil Confissões (artEscrita Editora).
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Luís
Melo
Marques
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Luís Melo Marques
nasceu no Porto, a 8 de março de 1946.
Cumpriu
serviço militar, de 1967 a 1971, tendo sido voluntário em Moçambique
nos dois últimos anos. Aí esteve 26 meses, dos quais 24 meses no norte
da ex-província portuguesa, entre Mueda e Nangolo, com o posto de
primeiro-cabo.
Entre
1976 e 1981, retomou os estudos no regime de trabalhador-estudante,
vindo a licenciar-se em Direito, pela Faculdade de Direito da
Universidade de Coimbra.
No
campo associativo, fez parte dos corpos diretivos dos Bombeiros
Voluntários de Gondomar e da Associação de Apoio ao Deficiente de
Gondomar. É, ainda, membro do Lions Club de Vila Nova de Gaia e da
Associação Portugal/Moçambique, desde 2000.
Foi fundador do Rádio Clube de
Gondomar.
Profissionalmente, exerce a
atividade de advogado, com escritório em Gaia.
Há cerca de 15 anos que se
dedica à prosa, tendo publicado, em 2007, o seu primeiro romance, O Contrato. |
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| Luís
Miguel
Ricardo |

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Luís Miguel
Ricardo
nasceu a 25 de junho de 1973, em Ferreira do Alentejo.
Licenciado em Filosofia da Cultura e
Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de
Lisboa; Pós-Graduado em Ciências Criminais pela Universidade
Moderna.
Entre 1997 e 2000, foi Diretor das
publicações “Fazedores de Letras” e “Éthos,
Revista de Letras”. Atualmente, é colaborador assíduo no
Jornal de Ferreira.
Da sua carreira no campo das letras
criativas destacam-se dois segundos lugares em concursos literários
nacionais e a publicação de um livro na modalidade de romance:
Prémio Literário Lindley Cintra, promovido pela Faculdade de Letras
de Lisboa, em 1996, com o conto Enigma Final;
Prémio Nacional
Literário Fialho de Almeida, em 2005, promovido pela Câmara
Municipal de Cuba, com o título Fado Sambado; o
livro Ritos
do Desespero, publicado em 2006, pela editora Campodosmedia. |
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Maria
Clara
Miguel
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Maria
Clara Miguel
é também Isaura Afonseca, professora de Português e Francês na
Escola Secundária de Gondomar. Mora no
Porto. Sempre gostou de ler, principalmente ficção ou, como agora
se usa dizer, estórias
- longas
ou curtas. Porém, só há pouco tempo descobriu a escrita. Esta
escrita.
A Stora,
de 43 anos e mãe de dois petizes, cansou-se de só escrever
relatórios, atas e recados e decidiu, também ela, "brincar
ao faz de conta", ser outra e pôr a Vida no papel. Elegeu os
mais pequenos como protagonistas, porque, como dizia Fernando
Pessoa, "o
melhor do mundo são as crianças"!
E
os sonhos... diz,
também, ela.
E
que pena é não haver biografias feitas de sonhos!
Esta seria bem mais longa... |
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| Maria do Rosário Sousa |
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Doutorada
em Ciências da Educação com a especialidade em Educação
Intercultural, mestre em Relações Interculturais com a
dissertação A Educação
Intercultural através da Música, licenciada em Expressões
Artísticas
Integradas,
diplomada
em Formação Musical pelo Conservatório de Música
do Porto, investigadora integrada no CITAR – Research
Center for Science and Tecnology
in Art , na Universidade Católica –
Centro Regional do Porto.
1º
Prémio, no Concurso
Nacional de Projetos com o
Projeto Divulgação da
Música no 1º Ciclo do Ensino
Básico, promovido pelo
Instituto de Inovação
Educacional – IIE, em 1990.
Formadora acreditada
na área de Expressões
Musical,
Dramática, Corporal e
Plástica
pelo Conselho Científico da Formação Contínua, desenvolvendo uma
intensa atividade na formação de professores. Organizou
concertos didático-pedagógicos para crianças e para professores
com orquestras nacionais e internacionais.
Participou
em programas de
televisão,
salientando a importância da Música
no 1º Ciclo do Ensino Básico e
as questões
da Interculturalidade, e é
autora de inúmeros artigos publicados em
jornais e revistas nacionais e internacionais.
Autora
das
obras: Metodologias do Ensino da Música para
Crianças; A Educação
Intercultural através da Música: Contributos para a Redução do
Preconceito; Música, Educação Artística
e Interculturalidade: A Alma da Arte na Descoberta do Outro.
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Maria
Eugénia
Ferreira
da
Ponte
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Maria
Eugenia Ferreira da Ponte
nasceu na pequena aldeia de Obras Novas,
freguesia do Carregado e concelho de Alenquer, no dia 14 de abril de
1954.
Desde
a
sua
infância
que
a
leitura representa para ela um verdadeiro
fascínio e foi esse fascínio que a conduziu ao gosto pela escrita.
Em
2007,
editou
o
romance
“Desencontros
Virtuais”.
Mas
os
contos,
em
especial
os
contos infanto-juvenis, foram sempre o
género literário que mais a atraiu, devido à grande afinidade que
a liga às crianças.
Nunca
foi
mãe,
mas
as
crianças
sempre ocuparam um cantinho especial no
seu coração e durante muitos anos foi catequista e orientadora de
jovens no âmbito da Igreja Católica.
Informática
de
profissão,
mas
de
convivência
fácil com os mais jovens, sempre
admirou outras profissões em que o contacto com a juventude é mais
próximo.
Talvez
seja
por
isso
mesmo
que,
agora, se propõe concretizar um projeto
antigo, a edição de uma compilação de pequenos contos que
intitulou “A gaivota que tinha medo do mar e outros contos.”
Tendo
como
base
uma
curiosidade
do
comportamento de determinado animal,
descreve-a inicialmente como nota didática, depois surge o conto e,
no final, uma pequena reflexão adaptada à realidade humana.
Para
Maria
Eugenia
Ponte,
entrar
no
mundo infantil é uma experiência
fascinante e escrever um conto é como vestir a pele de criança e
deixar a imaginação voar ao encontro do que é puro, sincero e
transparente. |
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Mário
Ferreira
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Mário
Jorge Martins Ferreira nasceu a 8 de maio de 1977, no
Porto. Em janeiro de 1996, ingressou, como voluntário, nas fileiras
da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Gondomar.
Atualmente, é profissional desse corpo de bombeiros, onde assume a
categoria de subchefe. É ainda tripulante de ambulância de socorro
(TAS) e portador do Curso de flash over. Paralelamente, é
formador externo da Escola Nacional de Bombeiros (ENB), ministrando o Curso
de
Tripulantes
de
Ambulância
de Transporte (TAT), Curso
de Operador de Central e Curso de Salvamento em Grande Ângulo.
Foi
atleta federado da modalidade de voleibol durante 12 anos e cumpriu o
serviço militar no Regimento da Infantaria n.º 8, em Elvas, onde
obteve a especialidade de condutor.
Faz
da atividade de bombeiro a sua profissão, o seu hobby… a
sua dedicação. |
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Modesto
da
Silva
Nogueira
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Modesto da Silva Nogueira, filho de
José Nogueira e de Ana Máxima da Silva,
nascido a 09/11/1942, em Sande, Marco de Canaveses. Sexto filho de 10
que tiveram seus pais. Aos 16 anos, foi servir o Padre João Monteiro de
Freitas, Pároco de Sande.
Em
1961, foi para o Seminário das Missões da Consolata, onde concluiu o 7º
ano do Liceu e, em 1967, foi para Itália, onde cursou filosofia, saindo
em 1969.
Fez
o Serviço Militar e passou 27 meses no norte de Angola onde, além das
patrulhas no mato, ainda ensinou nas Escolas Regimentais, tendo levado
35 alunos a fazer a 4ª classe.
Foi
trabalhador-estudante e licenciou-se em História na Faculdade de Letras
da Universidade do Porto. Mais tarde, matriculou-se na Universidade
Católica do Porto, onde concluiu o Curso Superior de Teologia, seguido
de Estágio Pedagógico, para se profissionalizar na disciplina de
EMRC e efetivou-se em Moral, na Escola de Freamunde, no ano
letivo de 1995/96. Passou pela Escola C+S de Lordelo - Paredes - e
terminou na Escola EB, 2/3 de Valongo, donde se aposentou, em dezembro
de 2003.
E... dedicou-se à Poesia, dividindo o seu tempo entre
o Marco, em S. Lourenço do Douro, e Fânzeres, Gondomar.
Publicou
Por
Terras
de
Bem
Viver, Editora Lugar da Palavra, outubro de 2009,
e
integrou diversas antologias poéticas: A Traição de Psiquê
(Poesia do
amor e do erotismo), Editora Lugar da Palavra, dezembro de 2009, Poetas em desassossego:
I
Concurso:
A
Criação
do
Mundo, outubro de
2009; II Concurso: Desassossego
da
Vida, novembro de 2009; III
Concurso: O Bom e
o Mal do Natal, dezembro de 2009.
Participou,
ainda,
em
O
Marco
de
Letras: IV Encontro de Poetas e Prosadores Marcoenses, maio
de 2010.
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Nuno
Carvalho
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Nuno
Carvalho é licenciado em Engenharia
Informática, pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto, no ramo
de Computadores e Sistemas. Atualmente, frequenta o Mestrado de
Arquiteturas, Sistemas e Redes.
Desempenha
funções de implementação e administração de sistemas desde
2001. Durante três anos, na Efacec, esteve envolvido na instalação
do sistema global de gestão de pessoal, salários e assiduidade.
De
seguida, ingressou para a RTP Porto, onde atualmente administra o
parque informático, rede de comunicações (dados e voz), bem como a
gestão de segurança informática de forma global.
Envolvido
em Grupos de Linux e Software Livre, fundando no ISEP, o GULDEI-ISEP
em 2001 – Grupo de Utilizadores Linux do Departamento de Engenharia
Informática do ISEP, mais tarde, juntou-se ao PortoLinux, um grupo
que se uniu para trocar experiências, conhecimentos e ideias. Este
grupo inicial nasce da união de três grupos académicos que,
entretanto, descontinuaram as suas atividades: Reino Linux (FEUP),
GULDEI-ISEP e FreeFEUP.
Formador
de cursos de Redes de Dados, em cursos ministrados pelo Departamento
de Informática do ISEP e orador em palestras sobre Linux.
Dois artigos publicados no JN:
01 out. 2009;
04
out. 2009 |
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| Onofre
Varela |

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Onofre Varela
nasceu
no Porto em 1944, estudou pintura e exerceu a atividade de
desenhador gráfico em litografia e agências de publicidade, antes
de abraçar a carreira de jornalista (na área do cartune), em 1970,
no jornal O Primeiro de Janeiro. Colaborou com a RTP,
desenhando em direto a informação meteorológica no programa Às
Dez e animando espaços infantis. Foi caricaturista e ilustrador
principal no Jornal de Notícias, onde também escreveu
artigos de opinião, crónicas e entrevistas. Premiado em Portugal e
no estrangeiro nas áreas da caricatura e da criação de logótipos,
expôs os seus trabalhos satíricos em Portugal, Espanha, França,
Turquia, Macau e Brasil.
Publicou Cimbalino Curto, edição de autor,
e O
Peter Pan não
existe, Caminho, 2007; é coautor de Cinco Enterros do
João, Arca das Letras, 2006. |
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| Paula Moreira |
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Paula Maria Moreira,
que também escreve com o pseudónimo Maria Escritos, é natural de
Sto Ildefonso – Porto, mas adotou Póvoa de Varzim para sua
residência. Trabalha na área de Gestão de Condomínios e Artes
Decorativas.
Em
2009,
participa
na
Coletânea Traição
da
Psiquê,
um
projeto da Lugar da Palavra em parceria com a ARGO. Nesse mesmo
ano, Luís Gaspar edita, com cinco poemas seus, o programa 44 da
rubrica Poesia Erótica, no seu audioblogue Estúdio Raposa.
Em
2010,
publica Pedacinhos
de
mim.
Os
seus
escritos
são
desabafos
para
o papel, numa tentativa de afastar a
solidão que, aos poucos, se foi apoderando de si. O amor, a dor e
todos os sentimentos que tenta transparecer com a escrita, esses sim,
foram e são bem reais.
Para
além
do
seu
blog
pessoal, Escritos e
poesia, tem
publicado em diversos sites e portais de literatura e poesia. |
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| Paulo
César Gonçalves |
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Paulo
César Gonçalves nasceu na década de 80 em Azurém, freguesia do
concelho de Guimarães. Cresceu na freguesia de Santa Marinha da
Costa, do mesmo concelho, onde completou o ensino básico nas escolas
EB1 de São Roque e EB 2,3 Professor João de Meira. Mais tarde,
estudou Humanidades na Escola Secundária Martins Sarmento, vulgo
Liceu Nacional de Guimarães. Frequentou a UTAD, em Vila Real,
licenciatura de Português/Inglês (ensino de), tendo, mais tarde,
solicitado transferência para a Universidade do Minho, Braga, para a
Licenciatura de Línguas e Literaturas Europeias. É um dos
fundadores e diretores do Centro de Estudos Edgar Allan Poe, com sede
em Urgezes, Guimarães. Cultiva o gosto pela leitura e pela escrita
desde muito jovem, tendo especial tendência para o épico e para o
clássico. José Carlos Ary dos Santos é a sua maior referência
literária.
Integrou
a
coletânea
A
Traição
de
Psiquê, Lugar da Palavra, 2009, tendo
sido distinguido pelo júri com uma menção de Qualidade Superior.
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| Paulo
Cunha |
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Paulo
Cunha é Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais
na FCSH da Universidade Nova de Lisboa.
Nasceu na província angolana
de Cabinda em setembro de 1972. Foi em março de 1974 que, em São
Pedro de Alva, no concelho de Penacova, teve início o seu trajeto.
É
autor de outros trabalhos, escondidos na secretária, uns por falta
de oportunidade, alguns por falta de coragem. Tem já editado, desde
2008, uma coletânea de pequenos contos com o título Lapsos de
Tempo.
A
escrita é muito mais do que simplesmente gosto de ordenar ideias. É
um campo submetido e explorado pelo autor com o intuito de melhor
compreender a dimensão humana, encaixada na sociedade, que procura
entender e explicar.
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Pedro Guilherme Alves
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Pedro Guilherme Alves nasceu
no
Porto
em
julho
de
1993, mas desde pequeno que viveu pelos arredores
da Invicta. Frequenta o 11º ano do curso de Línguas e Humanidades na
Escola Secundária António Nobre.
O sonho de um dia ser
jornalista faz com que este rapaz de 16 anos lute sempre por mais e
mais, sem nunca desistir.
É um jovem de coração quente,
muito agarrado à causa que defende e com um espírito de conquista
enorme, o que o faz perseguir todos os seus objetivos, desde os mais
simbólicos aos mais complexos. |
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Raquel
Azevedo Freitas
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Raquel Adriana Salgado Azevedo Freitas nasceu
a
8
de
julho
de 1983, no
Porto.
É
licenciada
em
Psicologia
pelo
Instituto
Superior da Maia e obteve o
Curso de Estudos Avançados pela Faculdade de Psicologia e Ciências
da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC).
Encontra-se no 2.º
ano de Doutoramento em Psicologia da Educação, também na FPCEUC,
liderando o grupo de investigação proposto, com o tema Um Novo
Olhar sobre o Desemprego: Personal Agency Beliefs e o seu
Impacto na Reinserção Profissional.
É
membro
efetivo
da
Ordem
dos
Psicólogos e credenciada pela Direção
Regional de Educação do Norte (DREN), nos termos do Despacho do SEE
de 16 de maio de 2008.
Publicou,
em
dezembro
de
2008,
o
livro A
Arte de (Re)Educar,
escrita em
coautoria com o teólogo Daniel Lima, pela artEscrita Editora.
Encontra-se
a
exercer
a
função
de
Profissional de RVC no Centro Novas
Oportunidades (CNO) da Escola Secundária de Gondomar, onde exerceu
ainda a função de mediadora de dois Cursos de Educação e Formação
de Adultos. Paralelamente, é psicóloga numa clínica privada e é
responsável pela intervenção e acompanhamento psicológico de dois
clubes desportivos locais.
Foi
formadora
em
regime
presencial
de
vários cursos da área
comportamental e tutora em regime B- Learning do Curso de
Formação Pedagógica Contínua de Formadores. Recentemente, obteve o
Curso de Formação de Formadores de CNO, replicando a respetiva
formação às equipas técnico-pedagógicas dos CNO do Conselho de
Gondomar, sob a responsabilidade do Centro de Formação Júlio
Resende.
A
família
e
a
escola
onde
trabalha são as suas grandes paixões.
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Romeu
Braga
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Nascido
em 1981,
na cidade da Maia, Romeu Braga
começou a escrever em 1998, altura em
que era vocalista dos Black Poetry, uma banda de metal, e estudava
imagem e comunicação na escola Soares dos Reis, no Porto.
Nos
últimos anos anda pelo estrangeiro em trabalho, mas mantém sempre
acesa a sua paixão pela escrita ...
Ao
longo destes 10 anos, esboçou os gritos do ódio e as lágrimas do
amor, num retrato poético, culminando com este seu primeiro trabalho
literário: Gritos
afónicos. |
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| Sara
Alcobia |

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Sara
Juliana Correia Alcobia nasceu em Tomar, a 16 de agosto de
1995.
Até aos seus três anos de idade, foi
entregue aos cuidados
da avó paterna, enquanto os pais se ocupavam nas suas atividades
profissionais. Com essa mesma idade, deu entrada no Jardim-Escola
João de Deus, onde fez o pré-escolar e o primeiro ciclo do Básico.
Passou depois a frequentar a Escola EB 2,3 Gualdim Pais da sua cidade
berço, estando presentemente integrada numa das turmas do 8º ano
desse mesmo estabelecimento de ensino. Bem cedo, pais e avós se
começaram a sentir orgulhosos com as lisonjeiras opiniões dos seus
professores, tanto no que respeita às diversas disciplinas
curriculares como nos demais aspetos. Foram-lhe já atribuídos dois
primeiros prémios de poesia pela mesma escola.
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Susana
de
Miranda
Melo
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Susana
de Miranda Melo nasceu
em França, em 1976, na região parisiense e aí realizou
toda a sua escolaridade obrigatória. Cedo manifestou apetência para
a escrita e para todas as formas de arte.
Uma vez em
Portugal,
fez o ensino secundário em Viana do Castelo.
Mudou-se para
a zona
do Porto, licenciando-se, em 2000, pela Faculdade de Letras da
Universidade do Porto no curso de Línguas e Literaturas Modernas. De
espírito ativo, criativo e humanista voluntariou-se para duas
missões em Timor-Leste, onde lecionou a Língua Portuguesa no
ensino secundário e na universidade de Dili e formou jovens e
adultos do distrito de Lospalos. Aí colaborou com diversas ONG´s no
apoio à comunidade e à implementação do respeito pelos direitos
do homem e da criança. Lutou, educando, contra a violência
doméstica e a discriminação.
Regressou a
Portugal
e complementou a sua formação, apostando nas novas tecnologias com
o curso de Técnico Superior em Informática, no Instituto Superior
de Línguas e Administração de vila Nova de Gaia.
Exerceu
docência em
TIC no âmbito das atividades extracurriculares, no concelho de
Viana do Castelo, distinguindo-se pelo seu trabalho criativo,
dinâmico e integrador das diversas aprendizagens. Foi premiada pelo
jornal Ensino magazine, num concurso nacional patrocinado pela
CRIE da Beira Interior com um dos seus projetos na Internet dedicado
às crianças e à gestão de conteúdos. Coordenou diversos
projetos educativos europeus, pelos quais obteve selos de qualidade
nacional, bem como um prémio europeu. |
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Teresa
Hespanha
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Teresa
Hespanha
nasceu, a 29 de Outubro de 1967, em Lisboa. Desde muito jovem que a
fascina o mundo das artes, da filosofia, das medicinas orientais,
sendo terapeuta de Shiatsu e Reiki. Autodidata, a nível poético e
musical (guitarrista), compôs uma obra musical intitulada
“Metamorfose” e atualmente toca numa banda de originais
pop-rock. Participou em vários eventos culturais de música e de
poesia, tendo obtido alguns prémios. |
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