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AUTORES

Albino Orlando Soares


Albino Orlando de Moura Soares reside em Fânzeres-Gondomar.
Filho de Joaquim e Odete Soares, nasceu em 1955, em Soalhães, concelho de Marco de Canaveses. Licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto. Exerceu Clínica Geral. Especializou-se em Medicina Nuclear nos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Trabalha no Instituto Português de Oncologia do Porto. Tem alguns poemas publicados nas antologias de poetry.com. Colabora na iniciativa poetas-somos.




Ana Costa


Ana Costa tem 17 anos e é de S. Cosme, Gondomar. Estuda na Escola Profissional de Gondomar, frequentando o 3º ano do curso de Animação Sociocultural.
Gosta de escrever e ler. Participou no concurso “Poemas Soltos”, tendo visto os seus textos selecionados e publicados, em duas edições.
Sonha tornar-se jornalista.




Aurélio Mesquita


Aurélio Mesquita nasceu no Porto em outubro de 1952, mas viveu na província até aos 11anos de idade, começando a trabalhar muito jovem. Com diversa formação em Pintura e Artes Gráficas, frequentou a Escola de Belas Artes do Porto. Faz criação gráfica e ilustração de livros infantis e escolares para editoras do Porto e Rio Tinto. Ao longo de mais de duas décadas, tem participado com entusiasmo na dinamização de inúmeros eventos artísticos-culturais. Sempre sensível à palavra escrita, em tempos escreveu temas de arte e cultura em diversos órgãos de informação escrita, assim como colaborou com grupos locais de leitura de poesia. Em 2003, publicou o livro XYWH, onde exibe uma coletânea de ilustrações e fotografia de sua autoria. Como exercício da paixão, dedica-se à Pintura e Fotografia, tendo já realizado inúmeras exposições individuais e coletivas.




Carlota Alcobia


Carlota Alcobia nasceu no concelho de Torres Novas. Aos onze anos de idade, ingressou no colégio da Bonança, em Gaia, dirigido pelas irmãs franciscanas hospitaleiras. Aí, frequentou o secundário e prestou todas as suas provas de exame no Liceu de Carolina Michaellis, no Porto.
No colégio de Santa Maria de Torres Novas gerido pelas irmãs da ordem de S. José de Cluny, prosseguiu estudos, tendo prestado as últimas provas de exame do secundário no Liceu Nacional de Santarém.
Rumou de imediato a Évora, onde frequentou a Escola do Magistério. Logo que completou dez anos de serviço docente, matriculou-se na Universidade de Coimbra, onde tirou o Curso de Ciências Pedagógicas.
Casou em Tomar, onde nasceram os seus dois filhos: uma rapariga e um rapaz, que é hoje o pai da Sara e da Sofia.




Conceição Sá
Conceição Sá é natural de Barcelos e reside em Lanheses, Viana do Castelo. Licenciada em Ensino de Biologia e Geologia, pela Universidade do Minho, leciona na Escola Básica e Secundária de Arga e Lima, onde coordena o Projeto "Nas asas das borboletas - bioindicadores na monitorização da qualidade ambiental", vencedor do prémio nacional "Ciência Na Escola", 2007, promovido pela Fundação Ilídio Pinho, em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Espírito Santo. Atualmente, frequenta o curso de Mestrado em Inovação e Mudança Educacional, na Escola Superior de Viana do Castelo.
É casada, tem dois filhos e quatro gatos.

Deolinda Campanhã


Empresária e empreendedora são duas palavras que podem definir Deolinda Campanhã, uma mulher que toda a vida lutou pelas suas convicções e pelos projetos em que acredita. Nascida em Campo, Valongo, tem ajudado pessoas de todo o país, que a ela recorrem, muitas vezes, em desespero. Deolinda, sempre de sorriso nos lábios, nunca lhes nega apoio, mas... por trás de um sorriso, por vezes, está um grande sofrimento.




Eugénia Martins


Eugénia de Fátima Martins nasceu, em Outubro de 1965, na freguesia de Vilares da Torre de Dona Chama, concelho de Mirandela. Licenciou-se, em Vila Real, e é professora de Português e Francês na Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes, em Ermesinde, Valongo.




Joana Tavares


Joana Tavares tem 16 anos. Nasceu em Massarelos, Porto. Reside atualmente em S. Pedro Da Cova.
Frequenta o 2º ano do curso profissional de Animador Sociocultural, na Escola Profissional de Gondomar. Participou no concurso "poemas soltos" em 2008, tendo recebido uma menção honrosa.
É clarinetista desde os 7 anos e, neste momento, está a tocar na Banda Musical de S. Pedro Da Cova, assim como a fazer voluntariado nos Bombeiros de S. Pedro Da Cova.




João Carlos Brito


João Carlos Brito nasceu, a 2 de novembro de 1966, no Porto, onde sempre residiu. É licenciado em Línguas, Literaturas e Culturas Modernas, variante de Português-Francês, pela Universidade de Aveiro e exerce a profissão de professor, em Gondomar. Paralelamente, é formador, editor e jornalista. Foi também comentador de um programa televisivo diário numa estação de televisão por cabo. Nos entretantos, para ocupar os tempos livres, foi autarca, durante oito anos.
No campo literário, é autor do romance Paraíso à Chuva, 2007, artEscrita Editora, coautor do livro Cinco Enterros do João, publicado, em fevereiro de 2006, pela editora Arca das Letras e autor da novela 24 Horas, publicada em março de 2002, pela Grafigondomar. Coordenou e participou nas coletâneas Feliz Natal, Gondomar, dezembro de 2002, e A Arte pela Escrita, outubro de 2008.
Por último, quando ainda tinha disposição para tal, participou em concursos literários, tendo obtido diversos prémios nacionais e internacionais.




Joel Vieira Dias


Mas, afinal, quem é este puto de 19 anos, de Castelo de Paiva, que se diz filho de Deus?
Joel Vieira Dias nasceu a 25 de dezembro do ano zero, pois a sua importância desde o seu nascimento foi tanta que certo sabujo pensou para si: «tudo o que se passou antes deste nascimento, não importa; agora sim, a vida faz sentido! Vamos mas é começar a contar os anos como deve ser!» e assim foi.
Diz ele: as primeiras horas do meu nascimento foram bem difíceis. Se chorei? Sim, eu chorei, mas não pelas razões do simples bebé humano. Isso não seria apropriado para alguém com tanta importância no antes, agora e depois! Posso garantir que chorei bastante, pois não é nada fácil nascer rodeado de burros, ovelhas e camelos. Aquilo é um cheiro a dejetos que não se pode! Ainda assim, é preferível a um hospital público português. Ao longo da minha existência, já me deparei com situações que nem lembram ao diabo. Um dia, até já fui crucificado e sepultado, mas eu fartei-me daquilo. Sinceramente, não era vida para mim. Sou um homem mais mexido. Preciso de esticar as pernas.

Joel Dias pode ser ouvido, diariamente, a seguir aos noticiários, na Rádio Paivense (99.5 FM), com a sua rubrica diária O Filho de Deus.





Jorge du Val


Jorge Manuel Nascimento do Val Antunes nasceu a 18 de outubro de 1968 e consta que em todos os dias do seu aniversário a chuva cai por mais improvável que isso seja. Questionado sobre o que faz na vida, responde que "corta cabelos para sobreviver e escreve para viver". Iniciou-se aos 13 anos na atividade que ainda hoje exerce, a de barbeiro. Amante da verdade, acima de tudo, e possuidor de uma inspiração de origem duvidosamente humana, começou também cedo a escrever. Não é Doutor nem Engenheiro, tão-somente um Mestre nas palavras, que são uma constante da sua vida. Amante de Pessoa, partilha com o Poeta a permanente angústia de quem não é deste mundo de coisas.
Foi convidado a publicar numa antologia de poesia lusitana em 1999 – Poesis - e obteve o 1º lugar no III Prémio Literário de Poesia Brito Broca 2003, no Brasil. Além da poesia, a música é também uma constante. Compositor de letras, muitas já editadas, já teve uma editora – Cromos da Música – e participou em festivais infantis.
Partilha de uma sede de viver em contradição com o seu prognóstico de vida curta. A caneta é uma constante em todo o lado onde sinta súbitos laivos de iluminação. E Depois do Poema é o seu primeiro livro. O nome foi idealizado pelo autor, antes de existir como livro. A capa é da sua autoria. A estrutura fluida da sua poesia foi pensada por um admirador. A biografia foi elaborada por quem lhe ofereceu o nome com que assina.




Jorge Jardim


Jorge Manuel Jardim da Silva nasce a 17 de agosto de 1979 na cidade alemã de Wiesbaden. Com 5 anos, regressa a Portugal. No concelho Barcelos, faz todo o percurso escolar até ingressar na universidade. Mostra, desde cedo, um profundo interesse pela ciência e pelo conhecimento, mas é só mais tarde, já durante a licenciatura, que descobre a poesia. Licencia-se em Ensino de Física na Universidade da Beira Interior em setembro de 2002. Leciona no ensino preparatório em 2003. No entanto, a paixão pela investigação fá-lo regressar à universidade. Faz atualmente investigação no Depto. de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho, em Guimarães, onde é aluno de doutoramento.




José Carlos Moreira


José Carlos Moreira nasceu no Porto, em 1943 e, treze anos depois, já trabalhava na área do Comércio. Esteve, depois, como furriel miliciano de Infantaria, em Moçambique, tendo regressado, em 1968, ano em que é admitido na Polícia Judiciária, onde permanece até à aposentação, em 2001, como inspector-chefe.
Publica o primeiro romance, O Retrato de Judite (Casa das Letras), em 2005 e Não há Crimes Perfeitos? (Asa), em 2009. Foi colaborador da Revista de Investigação Criminal.




José Manuel Moreira


José Manuel Cardoso Moreira nasceu em Valbom, em 1954. Foi aprendiz de marceneiro a partir dos 10 anos, trabalhador químico, técnico de teatro, formador de restauro de arte sacra, ligado ao Instituto Ricardo Espírito Santo e pequeno empresário de carpintaria de artes plásticas. Neste momento, desempenha as funções de assistente operacional na Escola E. B. 1 nº 2 de S. Caetano, do Agrupamento Vertical de Escolas de Rio Tinto.
Estudando, sempre, como trabalhador-estudante, frequentou o Curso de Estudos Portugueses na Faculdade de Letras do Porto, sem o concluir.
Tem publicações em diversos jornais e revistas literárias, como Jornal dos Poetas e Trovadores, Vértice, Anuário de Poesia, entre outros. Foi contemplado com alguns prémios em concursos aos quais concorria, no passado. Nestes merece destaque o Prémio Revelação Ary dos Santos, no qual obteve o 1º lugar.
Publicou, em edição de autor, Neste lugar da terra, 1980, Fragmentos do Mar, 1981 e Vértices do Silêncio, 1982.


Liliana Bastos


Liliana Cristina Aguiar Bastos nasceu no dia 22 de setembro de 1993, em Cedofeita - Porto.
Frequenta o 10º ano de escolaridade, na Escola Secundária de Rio Tinto e sonha, um dia, vir a tornar-se  psicóloga.
Na escola, tem vindo a descobrir pessoas fantásticas, às quais dedica a sua amizade, recebendo delas, também, apoio e carinho. Adora, igualmente, a família, suporte indispensável de todos os seus passos.
Faz ballet desde os seis anos de idade e foi lá que descobriu o gosto pela dança.
Gosta de escrever pequenas histórias desde muito pequena, dando-lhes sempre um cunho de alguma moralidade, por incentivo da família e dos amigos.
Publicou, em dezembro de 2007, o seu primeiro livro, a novela juvenil Confissões (artEscrita Editora) .




Luís Miguel Ricardo


Luís Miguel Ricardo nasceu a 25 de junho de 1973, em Ferreira do Alentejo.
Licenciado em Filosofia da Cultura e Formação Educacional pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Pós-Graduado em Ciências Criminais pela Universidade Moderna.
Entre 1997 e 2000, foi Diretor das publicações “Fazedores de Letras” e “Éthos, Revista de Letras”. Atualmente, é colaborador assíduo no Jornal de Ferreira.
Da sua carreira no campo das letras criativas destacam-se dois segundos lugares em concursos literários nacionais e a publicação de um livro na modalidade de romance: Prémio Literário Lindley Cintra, promovido pela Faculdade de Letras de Lisboa, em 1996, com o conto Enigma Final; Prémio Nacional Literário Fialho de Almeida, em 2005, promovido pela Câmara Municipal de Cuba, com o título Fado Sambado; o livro Ritos do Desespero, publicado em 2006, pela editora Campodosmedia.




Maria Clara Miguel


Maria Clara Miguel é também Isaura Afonseca, professora de Português e Francês na Escola Secundária de Gondomar. Mora no Porto. Sempre gostou de ler, principalmente ficção ou, como agora se usa dizer, estórias - longas ou curtas. Porém, só há pouco tempo descobriu a escrita. Esta escrita.
A Stora, de 43 anos e mãe de dois petizes, cansou-se de só escrever relatórios, atas e  recados e decidiu, também ela, "brincar ao faz de conta", ser outra e pôr a Vida no papel. Elegeu os mais pequenos como protagonistas, porque, como dizia Fernando Pessoa, "o melhor do mundo são as crianças"!
E os sonhos... diz, também, ela.
E que pena é não haver biografias feitas de sonhos! Esta seria bem mais longa...




Maria Eugénia Ferreira da Ponte


Maria Eugenia Ferreira da Ponte nasceu na pequena aldeia de Obras Novas, freguesia do Carregado e concelho de Alenquer, no dia 14 de abril de 1954.
Desde a sua infância que a leitura representa para ela um verdadeiro fascínio e foi esse fascínio que a conduziu ao gosto pela escrita.
Em 2007, editou o romance “Desencontros Virtuais”.
Mas os contos, em especial os contos infanto-juvenis, foram sempre o género literário que mais a atraiu, devido à grande afinidade que a liga às crianças.
Nunca foi mãe, mas as crianças sempre ocuparam um cantinho especial no seu coração e durante muitos anos foi catequista e orientadora de jovens no âmbito da Igreja Católica.
Informática de profissão, mas de convivência fácil com os mais jovens, sempre admirou outras profissões em que o contacto com a juventude é mais próximo.
Talvez seja por isso mesmo que, agora, se propõe concretizar um projeto antigo, a edição de uma compilação de pequenos contos que intitulou “A gaivota que tinha medo do mar e outros contos.”
Tendo como base uma curiosidade do comportamento de determinado animal, descreve-a inicialmente como nota didática, depois surge o conto e, no final, uma pequena reflexão adaptada à realidade humana.
Para Maria Eugenia Ponte, entrar no mundo infantil é uma experiência fascinante e escrever um conto é como vestir a pele de criança e deixar a imaginação voar ao encontro do que é puro, sincero e transparente.




Modesto da Silva Nogueira


Modesto da Silva Nogueira, filho de José Nogueira e de Ana Máxima da Silva, nascido a 09/11/942, em Sande, Marco de Canaveses. Sexto filho de 10 que tiveram seus pais. Aos 16 anos, foi servir o Padre João Monteiro de Freitas, Pároco de Sande.
Em 1961, foi para o Seminário das Missões da Consolata, onde concluiu o 7º ano do Liceu e, em 1967, foi para Itália, onde cursou filosofia, saindo em 1969.
Fez o Serviço Militar e passou 27 meses no norte de Angola onde, além das patrulhas no mato, ainda ensinou nas Escolas Regimentais, tendo levado 35 Alunos a fazer a 4ª classe.
Foi trabalhador-estudante e licenciou-se em História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Mais tarde, Matriculou-se na Universidade Católica do Porto, onde concluiu o Curso Superior de Teologia, seguido de Estágio Pedagógico, para se profissionalizar na disciplina de E.M.R.C. e efectivou-se em Moral, na Escola de Freamunde, no ano letivo de 1995/96. Passou pela Escola C+S de Lordelo - Paredes - e terminou na Escola EB, 2/3 de Valongo, donde se aposentou, em dezembro de 2003.
E... dedicou-se à Poesia, passando grande parte do seu tempo no Marco, em S. Lourenço do Douro, onde possui habitação.




Nuno Carvalho


Nuno Carvalho é licenciado em Engenharia Informática, pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto, no ramo de Computadores e Sistemas. Atualmente, frequenta o Mestrado de Arquiteturas, Sistemas e Redes.
Desempenha funções de implementação e administração de sistemas desde 2001. Durante três anos, na Efacec, esteve envolvido na instalação do sistema global de gestão de pessoal, salários e assiduidade.
De seguida, ingressou para a RTP Porto, onde atualmente administra o parque informático, rede de comunicações (dados e voz), bem como a gestão de segurança informática de forma global.
Envolvido em Grupos de Linux e Software Livre, fundando no ISEP, o GULDEI-ISEP em 2001 – Grupo de Utilizadores Linux do Departamento de Engenharia Informática do ISEP, mais tarde, juntou-se ao PortoLinux, um grupo que se uniu para trocar experiências, conhecimentos e ideias. Este grupo inicial nasce da união de três grupos académicos que, entretanto, descontinuaram as suas atividades: Reino Linux (FEUP), GULDEI-ISEP e FreeFEUP.
Formador de cursos de Redes de Dados, em cursos ministrados pelo Departamento de Informática do ISEP e orador em palestras sobre Linux.

Dois artigos publicados no JN: 01 out. 2009; 04 out. 2009




Onofre Varela


Onofre Varela nasceu no Porto em 1944, estudou pintura e exerceu a atividade de desenhador gráfico em litografia e agências de publicidade, antes de abraçar a carreira de jornalista (na área do cartune), em 1970, no jornal O Primeiro de Janeiro. Colaborou com a RTP, desenhando em direto a informação meteorológica no programa Às Dez e animando espaços infantis. Foi caricaturista e ilustrador principal no Jornal de Notícias, onde também escreveu artigos de opinião, crónicas e entrevistas. Premiado em Portugal e no estrangeiro nas áreas da caricatura e da criação de logótipos, expôs os seus trabalhos satíricos em Portugal, Espanha, França, Turquia, Macau e Brasil.
Publicou Cimbalino Curto, edição de autor, e O Peter Pan não existe, Caminho, 2007; é coautor de Cinco Enterros do João, Arca das Letras, 2006.




Paulo César Gonçalves
Paulo César Gonçalves nasceu na década de 80 em Azurém, freguesia do concelho de Guimarães. Cresceu na freguesia de Santa Marinha da Costa, do mesmo concelho, onde completou o ensino básico nas escolas EB1 de São Roque e EB 2,3 Professor João de Meira. Mais tarde, estudou Humanidades na Escola Secundária Martins Sarmento, vulgo Liceu Nacional de Guimarães. Frequentou a UTAD, em Vila Real, licenciatura de Português/Inglês (ensino de), tendo, mais tarde, solicitado transferência para a Universidade do Minho, Braga, para a Licenciatura de Línguas e Literaturas Europeias. É um dos fundadores e diretores do Centro de Estudos Edgar Allan Poe, com sede em Urgezes, Guimarães. Cultiva o gosto pela leitura e pela escrita desde muito jovem, tendo especial tendência para o épico e para o clássico. José Carlos Ary dos Santos é a sua maior referência literária.
Integrou a coletânea A Traição de Psiquê, Lugar da Palavra, 2009, tendo sido distinguido pelo júri com uma menção de Qualidade Superior.

Paulo Cunha
Paulo Cunha é Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais na FCSH da Universidade Nova de Lisboa.
Nasceu na província angolana de Cabinda em setembro de 1972. Foi em março de 1974 que, em São Pedro de Alva, no concelho de Penacova, teve início o seu trajeto.

É autor de outros trabalhos, escondidos na secretária, uns por falta de oportunidade, alguns por falta de coragem. Tem já editado, desde 2008, uma coletânea de pequenos contos com o título Lapsos de Tempo.
A escrita é muito mais do que simplesmente gosto de ordenar ideias. É um campo submetido e explorado pelo autor com o intuito de melhor compreender a dimensão humana, encaixada na sociedade, que procura entender e explicar.

Pedro Guilherme Alves


Pedro Guilherme Alves nasceu no Porto em julho de 1993, mas desde pequeno que viveu pelos arredores da Invicta. Frequenta o 11º ano do curso de Línguas e Humanidades na Escola Secundária António Nobre.
O sonho de um dia ser jornalista faz com que este rapaz de 16 anos lute sempre por mais e mais, sem nunca desistir.
É um jovem de coração quente, muito agarrado à causa que defende e com um espírito de conquista enorme, o que o faz perseguir todos os seus objetivos, desde os mais simbólicos aos mais complexos.




Romeu Braga


Nascido em 1981, na cidade da Maia, Romeu Braga começou a escrever em 1998, altura em que era vocalista dos Black Poetry, uma banda de metal, e estudava imagem e comunicação na escola Soares dos Reis, no Porto.
Nos últimos anos anda pelo estrangeiro em trabalho, mas mantém sempre acesa a sua paixão pela escrita ...
Ao longo destes 10 anos, esboçou os gritos do ódio e as lágrimas do amor, num retrato poético, culminando com este seu primeiro trabalho literário: Gritos afónicos.




Sara Alcobia


Sara Juliana Correia Alcobia nasceu em Tomar, a 16 de agosto de 1995.
Até aos seus três anos de idade, foi entregue aos cuidados da avó paterna, enquanto os pais se ocupavam nas suas atividades profissionais. Com essa mesma idade, deu entrada no Jardim-Escola João de Deus, onde fez o pré-escolar e o primeiro ciclo do Básico. Passou depois a frequentar a Escola EB 2,3 Gualdim Pais da sua cidade berço, estando presentemente integrada numa das turmas do 8º ano desse mesmo estabelecimento de ensino. Bem cedo, pais e avós se começaram a sentir orgulhosos com as lisonjeiras opiniões dos seus professores, tanto no que respeita às diversas disciplinas curriculares como nos demais aspetos. Foram-lhe já atribuídos dois primeiros prémios de poesia pela mesma escola.




Susana de Miranda Melo


Susana de Miranda Melo nasceu em França, em 1976, na região parisiense e aí realizou toda a sua escolaridade obrigatória. Cedo manifestou apetência para a escrita e para todas as formas de arte.
Uma vez em Portugal, fez o ensino secundário em Viana do Castelo.
Mudou-se para a zona do Porto, licenciando-se, em 2000, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto no curso de Línguas e Literaturas Modernas. De espírito ativo, criativo e humanista voluntariou-se para duas missões em Timor-Leste, onde lecionou a Língua Portuguesa no ensino secundário e na universidade de Dili e formou jovens e adultos do distrito de Lospalos. Aí colaborou com diversas ONG´s no apoio à comunidade e à implementação do respeito pelos direitos do homem e da criança. Lutou, educando, contra a violência doméstica e a discriminação.
Regressou a Portugal e complementou a sua formação, apostando nas novas tecnologias com o curso de Técnico Superior em Informática, no Instituto Superior de Línguas e Administração de vila Nova de Gaia.
Exerceu docência em TIC no âmbito das atividades extracurriculares, no concelho de Viana do Castelo, distinguindo-se pelo seu trabalho criativo, dinâmico e integrador das diversas aprendizagens. Foi premiada pelo jornal Ensino magazine, num concurso nacional patrocinado pela CRIE da Beira Interior com um dos seus projetos na Internet dedicado às crianças e à gestão de conteúdos. Coordenou diversos projetos educativos europeus, pelos quais obteve selos de qualidade nacional, bem como um prémio europeu.




Teresa Hespanha


Teresa Hespanha nasceu, a 29 de Outubro de 1967, em Lisboa. Desde muito jovem que a fascina o mundo das artes, da filosofia, das medicinas orientais, sendo terapeuta de Shiatsu e Reiki. Autodidata, a nível poético e musical (guitarrista), compôs uma obra musical intitulada “Metamorfose” e atualmente toca numa banda de originais pop-rock. Participou em vários eventos culturais de música e de poesia, tendo obtido alguns prémios.






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Textos em conformidade com as normas do novo acordo ortográfico.